Análise de Times candidatos ao Rebaixamento do Brasileiro Série A







Dia 14 de abril começa o Brasileirão da Série A. Finaliza no dia 02 de dezembro. As 20 equipes se enfrentam em turno e returno e, ao fim das 38 rodadas, o time com o maior número de pontos fica com o título brasileiro, enquanto os quatro últimos são rebaixados para a Série B. Em caso de igualdade na pontuação, são critérios de desempate: 1) mais vitórias, 2) melhor saldo de gols, 3) mais gols pró, 4) confronto direto, 5) menos cartões vermelhos, 6) menos cartões amarelos, 7) sorteio. Os quatro primeiros entram na fase de grupos da Libertadores, enquanto o 5º e o 6º colocados disputam a Pré-Libertadores. Do 7º colocado ao 12º colocados disputam a Sul-americana. Caso o campeão da Libertadores e/ou o campeão da Copa do Brasil e/ou o campeão da Sul-Americana estejam no G-6, a equipe seguinte garante vaga na competição continental. Haverá pausa na competição no mês de junho devido a Copa do Mundo da Rússia. 

AMÉRICA MG

O América MG estreia no Brasileirão dia 15 de abril contra a equipe do Sport em Belo Horizonte.

Estatística de 2017:


Campanha de 2018:


Elenco de 2018:


Análise do América MG

O principal objetivo do América-MG no restante da temporada é permanecer na Série A, algo que ainda não conseguiu em nenhuma das três vezes que jogou a competição desde 2003, quando o modelo de disputa por pontos corridos foi adotado. No Mineiro, o Coelho teve quatro confrontos do nível de Brasileirão, sendo um contra o Cruzeiro e três contra o Atlético-MG, e saiu derrotado em todos eles, sem também marcar nenhum gol.

O trabalho em longo prazo é esperança do Alviverde para a permanência na elite. Enderson Moreira é o técnico mais longevo da Série A. O primeiro passo do Coelho no Brasileirão será dado no dia 15 de abril, contra o Sport, no Independência. Além do Nacional, o América-MG ainda disputa a Copa do Brasil. A equipe de Enderson Moreira entra a partir das oitavas de final. O adversário será definido por sorteio.

O que o América precisa melhorar para a série A?

Desempenho fora de casa - Como a campanha do América na primeira fase do Estadual foi tranquila, essa situação passou meio batida. Nos jogos que fez fora de BH, o Coelho só foi convincente em Uberlândia, quando atropelou o time da casa por 3 a 0. Nos demais jogos, três empates. As partidas contra URT e Tombense preocuparam pela dificuldade do time em propor o jogo. O Coelho chegou a ser dominado pela URT e fez um jogo bastante abaixo tecnicamente em Tombos. No Brasileiro, são 17 jogos longe da capital, contra equipes bem melhor estruturadas. Vale o alerta.

Encaixe dos volantes - Particularmente, já esperava essa dificuldade. Ernandes era peça importante na temporada passada nos desarmes e na transição e foi para o Ceará. Para piorar, Juninho iniciou o ano machucado e diminuiu o número de opções de Enderson. Zé Ricardo conseguiu ser minimamente regular ao longo da temporada, mas é jovem e não é possível garantir que fará um bom campeonato na sua primeira disputa da Série A. Matheus Sales foi a primeira aposta de Enderson, mas não foi bem defensivamente; David fechou o campeonato como titular, mas falta velocidade; Wesley acabou de chegar e até Gérson Magrão chegou a ser utilizado como segundo homem, mas a verdade é que o treinador fecha o campeonato sem uma dupla de volantes com a qualidade, entrosamento e confiança que tinham Ernandes e Juninho no fim de 2017.

Adaptação ao estilo de Rafael Moura - Acho que Rafael Moura foi uma boa aposta para a temporada, até por ser um jogador acostumado a jogar a Série A no contexto que o Coelho terá em 2018, com o objetivo de escapar do rebaixamento. He-Man teve bom desempenho no Paysandu, Atlético-PR, Goiás e Figueirense em campanhas desses times lutando pra não cair. O problema é que o Campeonato Mineiro passou e o time ainda não se adequou à presença de um centroavante mais fixo, que deixa menos a área, que é o perfil dele. Bill era um jogador pesado, mas móvel, capaz de trocar posição com os companheiros de frente e com recurso para preparar jogadas. Rafael é um jogador que oferece o pivô, o jogo aéreo, pontos que o time americano ainda não aprendeu a explorar.

Queda técnica de peças chaves na conquista da Série B - Nesse ponto, o principal exemplo é  Luan. Mesmo com o posicionamento dele mantido em relação ao ataque do time, aberto pela esquerda, a queda técnica foi evidente. Talvez por desentrosamento com os companheiros de frente, talvez por alguma questão física depois do retorno das férias, mas Luan, que foi determinante para o acesso, não conseguiu nem mesmo contra equipes do interior, teoricamente mais frágeis que a média dos times da Série B, uma sequência convincente de atuações. Além dele, tem outros titulares de 2017 com problemas físicos e que precisam ser recuperados: Juninho, João Ricardo e, em menor escala, Giovanni.

Ausência de um jogador de lado no 1x1 - Os reforços para o ataque responderam bem, mas o time ainda se ressente de um jogador que possa desiquilibrar no drible, criar espaços superando a defesa no embate individual. Aylon é mais um definidor, um jogador com boa capacidade de chute e boa sensibilidade para se posicionar na frente em condições de marcar os gols que o time precisa. Serginho é um armador, que retorna a linha dos volantes para armar de trás, que oferece um passe mais refinado e capaz de encontrar os companheiros em boa situação. Falta o jogador de lado que possa superar a marcação no drible. Matheusinho tem o perfil, mas é jovem e está voltando de lesão séria. Judivan também era capaz disso antes da lesão que sofreu, mas fisicamente é uma incógnita. É uma lacuna no elenco que pode definir jogos no Brasileiro, principalmente os jogos em casa, contra adversários mais fechados.

Jejum em clássicos - O América montado por Enderson certamente é o melhor time do Coelho nos últimos anos, mas sem dúvidas incomoda a incapacidade (e também a falta de sorte, muitas vezes) do time nos jogos contra os rivais. No Brasileiro isso tem um peso, já que o América disputará 12 pontos contra Atlético e Cruzeiro em quatro rodadas. O maior problema tem sido a instabilidade psicológica, principalmente contra o Atlético, motivada pelas atuações recentes da arbitragem. Essa instabilidade, esse sentimento de perseguição contra o clube começa na diretoria, passa pela comissão técnica e inevitavelmente chega aos jogadores. É fato que houve erros contra o América, mas esse sentimento não é benéfico para o Coelho, que tem um time capaz de dificultar muito mais para os adversários mineiros. (GE)

Quem chegou:

Lateral: Aderlan retornou (Luverdense), Carlinhos (Goiás)

Zagueiros: Matheus Ferraz (Goiás)

Volante: Matheus Sales (Palmeiras), Wesley (Sports)

Meias: Serginho (Santos)

Atacantes: Rafael Moura (Atlético MG), Aylon (Internacional),  Judivan (Cruzeiro), Marquinhos (Sports), Capixaba (Atlético MG)

Quem saiu:

Goleiro: Fernando Leal (Mirassol)

Lateral: Ceará, Pará (Cruzeiro), Michel, Diego, Auro.

Zagueiro: Renato Justi, Roger, Vitor Henrique, Ernandes (Ceará)

Volante: Rafael Jataí (Botafogo PB), Ernandes, Neto Moura (Sports), Willian Oliveira  (Fluminense), Makton, Emiliano,

Meia: Ruy (Curitiba), Felipe Amorim (Figueirense)

Atacante Hugo Cabral, Hugo Almeida, Mike (Internacional), Bill, Edno (Moirense), Pilar, Guilherme.

Jogadores destaques para a temporada 2018:


SPORT

O Sport estreia no Brasileirão dia 15 de abril contra a equipe do América MG em Recife. As grandes façanhas de 2017 foram o título do Pernambucano e não cair para série B, depois de praticamente rebaixado.

Estatística de 2017:

Campanha de 2018:


Elenco de 2018:


Análise do Sport

Na lista de erros e acertos na temporada 2017, o número de equívocos na montagem do elenco foi bem superior. Nomes como os dos zagueiros Neris e Igor Ribeiro, dos volantes Rodrigo e Wesley, dos meias Bruno Xavier e Thomás, além dos atacantes Paulo Henrique, Osvaldo e Leandro Pereira, não vingaram com a camisa rubro-negra. O único setor que teve aprovação quase unânime foi a lateral-esquerda, com Sander e Mena.

 Nas demais posições, o elenco demostrou certas carências que, por pouco, não custaram a permanência na Série A.  Como se não bastasse o elevado número de contratações que não corresponderam, alguns nomes que já estavam no clube não corresponderam, a exemplo de Ronaldo Alves, Durval, Samuel Xavier, Rithely e Rogério.

Sem dúvida o setor que mais preocupou e se mostrou vulnerável foi o setor defensivo. Na temporada inteira o Sport sofreu 99 gols – 58 deles só no brasileirão, o que lhe rendeu o título negativo de pior zaga da competição. Em certo momento, o técnico Vanderlei Luxemburgo chegou a promover um rodízio entre Durval, Ronaldo Alves e Henríquez, mas não funcionou muito. Nem mesmo com as chegadas de Neris e Igor Ribeiro resolveu o problema de excesso de gols sofridos. (UOL)

O time do Sport sofreu profunda reformulação de elenco em 2018 e perdeu jogadores considerados importantes no futebol brasileiro. Nessa temporada a diretoria encurtará o elenco para 25 jogadores. Dos jogadores do time e que terminaram a temporada 2017 na Ilha do Retiro, apenas Magrão e André (Grêmio) foram unanimidades, até mesmo Diego Souza (São Paulo) foi contestado pelos torcedores em 2017. Samuel Xavier (Atlético MG), Durval, Rithely (Internacional) despencaram de rendimento e chegaram a ficar no banco de reservas. A diretoria priorizou a renovação de contrato com Mena, Raul Prata e Oswaldo.

Pela primeira vez neste ano, os jogadores do Sport estão sentindo a alegria de ter os salários em dia. Pelo menos até o final do dia. O Grêmio depositou nesta quinta-feira uma das parcelas referentes a compra do atacante André - em torno de 500 mil euros. Com o valor, a diretoria rubro-negra efetuou o pagamento de dois meses de direitos de imagens que estavam atrasados com o elenco.

O doce sabor de ter os pagamentos momentaneamente em dia, porém, não irão durar muito. Isso porque os salários referentes à carteira de trabalho para o mês de março têm data de vencimento para esta quinta-feira, dia 5. Porém, os jogadores já estão cientes que não receberão o valor. O prazo para o pagamento, por ora, também não existe.

Ainda restam em aberto o pagamento do 13º salário e de parte das férias do ano passado - para os atletas remanescentes. Embora famoso dentre os atletas do país inteiro por ser um clube que não atrasa salário, os rubro-negros puseram fim a uma sequência de aproximadamente dez anos de pagamentos em dia na gestão do presidente Arnaldo Barros - o que vem se arrastando desde a reta final da Série A do ano passado.

Quem chegou:

Lateral: Capa (Avaí)

Zagueiro: Ernando: (Internacional), Léo Ortiz (Internacional)

Volante: Nonoca (Cruzeiro), Neto Moura ( América MG),

Meia: Pedro Castro (Avai), Marlone (Atlético MG)

Atacante: Gabriel (Flamengo)

Técnico: Nelson Batista

Quem saiu:

Lateral: Samuel Xavier (Atlético MG);

Zagueiro: Jaderson, Ygor, Neris (Paraná);

Volante: Rithely (Internacional), Wesley (América MG), Rodrigo, Patrick (Internacional), Ronaldo (Ponte Preta);

Meia: Diego Souza (São Paulo), Bruno Xavier;

Atacante: André (Sport), Lenis (Atlético Nacional), Marquinhos (América MG), Paulo Henrique, Leandro Pereira (Chapecó).

Jogadores destaques para a temporada 2018:


CEARÁ

O Ceará estreia no Brasileirão dia 14 de abril contra a equipe do Santos na Vila Belmiro.

Estatística de 2017:


Campanha de 2018:


Elenco de 2018:


Análise do Ceará

De volta à elite do futebol brasileiro, o Ceará disputará tudo que tem de melhor no calendário futebolístico nacional em 2018. Do Campeonato Cearense à Série A do Campeonato Brasileiro, passando por Copa do Nordeste e Copa do Brasil. Com receita recorde, a expectativa da massa Alvinegra é pela montagem de um grande time, que possa rememorar o passado coberto de glórias do time de Porangabuçu com grandes vitórias. Isso só será possível pelas conquistas obtidas em 2017. Ter conseguido renovar com Chamusca e manter a base do time titular de 2017 foi um acerto da atual gestão, que segue investindo ainda na modernização da infraestrutura do Alvinegro e na montagem do elenco para fazer o time brigar de igual para igual com os gigantes do Brasil.

Com o elenco de 34 jogadores devem formar no mínimo 2 times, um deve disputar a Copa do Nordeste e os clássicos do estadual e o outro disputaria o restante do estadual. Poderia ainda ser formado um terceiro time, pois muitos jogadores fazem mais de uma função.

O elenco é formado por:

Goleiro: Éverson – Remanescente do ano passado, tem contrato até o fim de 2019, é sempre especulado em outros clubes, mas considerado inegociável pela diretoria. Fernando Henrique – teve sua contratação bastante questionada, jogou apenas uma partida na Série B, na vitória de 1×0 no Castelão contra o Paraná. Renan – O experiente goleiro já defendeu o Internacional, onde venceu 2 libertadores e 1 mundial de clubes, além de passagens por Valencia (ESP) e Goiás. Chega para ser o segundo goleiro.

Zagueiros: Rafael Pereira – Deveria iniciar a temporada como terminou a última, titular ao lado de Luiz Otávio, Valdo reserva imediato dos titulares, Bruno Pires – fez sua carreira como profissional quase inteira no México, veio com boas referências.

Laterais: Ernandes – fez ótima temporada com o América-MG campeão da Série B de 2017 como volante, inicia o ano como titular da lateral esquerda. Rafael Carioca – bom jogador que permanece, inicia o ano na reserva. Leandro Silva – jogou Série A com o Avaí em 2017, deve alternar a titularidade da lateral direita. Renato – outro que jogou Série A no ano passado, só que pelo Fluminense, foi muito bem na campanha do acesso do Avaí em 2016.

Volantes: Juninho – veio do Bahia por empréstimo após uma disputa com o Sport, vai brigar pela titularidade, pois tem muita qualidade. Pedro Ken – continuará na titularidade. Richardson – é sempre destaque, titular absoluto. Pio – Depois das atuações e gols importantes na campanha do acesso.  Wescley – deve disputar a titularidade.

Meias: Ricardinho – esse candidato a ídolo iniciará mais uma temporada como titular. Reina – outro que retorna, deve jogar no estadual e disputar a titularidade. Andrigo – vindo por empréstimo junto ao Inter fez boa temporada pelo Atlético-GO, inicia o ano como titular.

Atacantes: Luidy – jogador de lado de campo, fez ótima Série B em 2016. Felipe Azevedo – outro que retorna, faz o lado de campo pela direita, joga de segundo atacante e de falso nove, jogador veloz e goleador, vai somar muito. Roberto – dos atacantes de lado do ano passado era o melhor finalizador, deve brigar pela titularidade novamente. Douglas Coutinho – veio por empréstimo do Atlético-PR, jogador de muita entrega contratação muito comemorada. Elton – centroavante permanece como titular. Arthur – o centroavante da base deve ser o “titular” do time que vai disputar o estadual, terá chance de mostrar mais seu valor esse ano.

Quem saiu:

Lateral: Tiago Cametá (Avaí)

Meia: Lima (Grêmio)

Atacante: Magno Alves (Novorizontino), Rafael Costa (São Caetano)

Quem chegou:

Goleiro: Renan (Goisás)

Lateral: Leandro Sila (Avaí), Renato (Fluminense), Ernandes (América MG)

Zagueiro: Patrick (Cruzeiro), Denilson (Grêmio), Bruno Pires (Jaguares),

Volante: Juninho (Bahia), Naldo (Ponte Preta),

Meia: Wescley (Vissel)

Atacante: Douglas Coutinho (Atlético PR), Luidy (Grêmio), Felipe Azevedo.

Jogadores destaques para a temporada 2018:


PARANÁ

O Paraná estreia no Brasileirão dia 16 de abril contra a equipe do São Paulo no Morumbi. A grande façanha de 2017 foi a subida para a série A.

Estatística de 2017:


Campanha 2018:


Elenco de 2018:


Análise do Paraná

Após subir para a Série A, o Paraná praticamente triplicará a folha salarial do elenco. Enquanto na Série B de 2017, quando obteve o acesso, a folha foi de R$ 450 mil, em 2018 o Tricolor deve gastar até R$ 1,2 milhões por mês com os salários de atletas e comissão técnica. Reflexo do aumento substancial da cota de tevê que o clube receberá na elite. Se em 2017 o Paraná recebeu R$ 5,2 milhões na Segundona, neste ano o número saltará para pelo menos R$ 23 milhões (com base no valor pago aos times que subiram no último ano, como Atlético-GO e Avaí). (GE)

Há dez dias da estreia no Campeonato Brasileiro, o Paraná Clube, depois de acumular sucessivos fracassos no Campeonato Paranaense e na Copa do Brasil, está passando por mais uma reformulação. Para permanecer na primeira divisão, a diretoria está reforçando o elenco. Caberá, então, ao técnico Rogério Micale, em pouco tempo, dar uma nova cara ao Tricolor. Do time que, há dez dias foi eliminado do Estadual pelo Londrina, na Vila Capanema, somente o goleiro Richard tem vaga garantida entre os titulares.

As outras posições estão em aberto para o início do Brasileirão. No entanto, poucos jogadores que disputaram o Campeonato Paranaense devem seguir no time titular. Os laterais Alemão e Mansur, o volante Leandro Vilela e o meia Carlos Eduardo são, atualmente, os que mais têm chances de seguir na equipe.

Isto porque, até agora, os reforços contratados pelo Paraná Clube chegam em condições de assumirem a titularidade. Na zaga, Cléber Reis, que jogou pelo Coritiba em 2017 e estava no Santos, chega para dar mais experiência à defesa. A dúvida fica em quem será o seu companheiro. Os zagueiros Charles, Neris e Rayan, que seguem no clube, vão disputar a vaga junto com Jesiel, que também foi contratado para o Brasileirão.

Por ora, a diretoria já avisou que não deve reforçar a lateral-esquerda e o setor de contenção do elenco. Assim, Leandro Vilela, revelado no clube, e Wesley Dias, titular nas últimas partidas, devem iniciar o Brasileirão na equipe titular.

O setor ofensivo deve ser o mais impactado e reformulado. Para a criação, Carlos Eduardo tem boas chances de ser mantido. No entanto, deve ganhar agora a companhia do recém-contratado Caio Henrique, revelado pelo Santos e que estava no time B do Atlético de Madrid, da Espanha.

O ataque paranista também deve ter outra cara. Já foram contratados Léo Itaperuna, Silvinho e Raphael Alemão. Ainda pode chegar o centroavante Anselmo Ramón. Todos eles largam na frente de Lucas Fernandes, Thiago Santos e Diego Gonçalves, que permaneceram no Tricolor, mas não conseguiram regularidade no time.

Para dar mais conjunto ao Paraná Clube nesta interrtemporada visando a largada no Brasileirão, diante do São Paulo, dia 16, no Morumbi, o técnico Rogério Micale poderá ver a equipe em ação neste sábado (7), em amistoso diante do Joinville marcado para a Vila Capanema. De concreto mesmo é que a disputa por uma vaga no time titular paranista será acirrada neste pouco de tempo de preparação até o duelo contra o tricolor paulista. (Tribunapr)

Quem saui:

Lateral: Cristovam (Suwon)

Zagueiro: Eduardo Brock (Goiás),

Volante: Luiz Otávio (Santa Cruz), Gabriel Dias (Internacional)

Meia: Renatinho (Botafogo), Murilo Rangel (Joinville), Vinícius Kiss (São Caetano)

Atacante: Alemão (Busan), Matheus Carvalho (Santa Cruz), Giovanny (Atlético PR), Robson (Bangok)

Quem chegou:

Técnico: Rogério Micale.

Goleiro: Thiago Rodrigues (Figueirense)

Lateral: Mansur (Atlético MG), Baez (Guarani PAR), Alemão (Internacional)

Zagueiro: Marcio (Coritiba), Neris (Sport)

Meia: Carlos Eduardo (Vitória), Matheus Pereira (Juventus ITA), Jorge Gonzáles (Guarani PAR), João Paulo (Santa Cruz)

Atacante: Lucas Fernandes (Fluminense), Zé Carlos (CRB)

Jogadores destaques para a temporada 2018:

 

 

 

 

 

 




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