Guia de apostas para Mundial de Vôlei Masculino 2018







 

Colaborador: Vitor Danin

Domingo, dia 9 de Setembro, começa mais um Mundial de Vôlei Masculino.
Essa edição será a 19ª organizada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e, pela primeira vez na história, será sediada por dois países Itália e Bulgária, em um total de nove cidades.

Essa competição é disputada por 24 seleções divididas em 4 grupos na primeira fase.
As 4 primeiras se classificam para a segunda fase, onde novamente se formarão 4 grupos, dessa vez com 4 seleções.
Na terceira fase, são dois grupos compostos por 3 seleções, e em seguida, a fase final (semis, 3º lugar e final).
É uma competição com um formato bem complexo, disputada pelas melhores seleções do mundo e com diversos jogos para análises.

Há 4 anos atrás, na Polônia, a dona da casa levou seu bicampeonato, com uma vitória sobre a seleção brasileira por 3 sets a 1.

Ranking de Títulos:

Rússia (antiga União Soviética) – 6

Brasil e Itália – 3

República Tcheca e Polônia – 2

Estados Unidos e  Alemanha Oriental – 1

 

4 anos depois, diversas mudanças acontecem tanto no vôlei quanto em qualquer esporte, portanto é muito importante estar atualizado em relação às seleções que irão disputar a competição de 2018.

Vamos explorar e analisar as 24 seleções desse campeonato por grupo:

 

Grupo A: Itália, Argentina, Japão, Bélgica, Eslovênia e República Dominicana.

 

Itália

Uma das melhores seleções europeias nessa competição, é país-sede junto com a Bulgária e favorita ao título.
Tem como treinador, o excelente Gianlorenzo Blengini que vem de um recente trabalho na equipe italiana Lube Civitanova, uma grande potência atualmente no volei italiano.
4ª colocada no ranking da FIVB.

Tri-campeã ao lado da Seleção Brasileira, a expectativa é grande por parte dos torcedores fanáticos italianos, afinal, lá o vôlei é bastante respeitado e o investimento é alto. Tem jogadores que se destacam muito como Zaytsev, Giannelli e Juantorena.

Argentina

É uma seleção perigosa, porém, não é candidata ao título. O treinador Julio Velasco terá uma facilidade em se classificar neste grupo.
Entre os 4 primeiros, com certeza ficarão.
Talvez tenha complicações com a Bélgica, mas nada que desclassifique a equipe argentina.

Historicamente, a seleção argentina de vôlei não é tão vencedora. Teve seu melhor resultado nesse campeonato, em 1982, quando conseguiu ficar com o bronze. E na sua última participação, em 2014, terminou na 11ª colocação.
Mas nesse Mundial será uma surpresa não encontrar a Argentina entre os 8 primeiros.
Hoje, a Argentina é considerada a 7ª melhor do mundo no ranking da FIVB.

Sebastian Solé, Alejandro Toro e Luciano De Cecco são os principais destaques.

 

Japão

A seleção japonesa tem crescido nesses últimos tempos e promete dar trabalho aos seus adversários.
Há um ano atrás, conseguiu alcançar a 12ª posição no ranking da FIVB.
O técnico Yuichi Nakagaichi vem participando dessa evolução e nos anos de 2015 e 2017 conseguiu o título do Campeonato Asiático de Voleibol.

O Japão ficou em 3º lugar duas vezes neste Campeonato Mundial, em 1970 e logo em seguida, em 1974, porém, não é o que se espera dessa seleção nesse ano.
O Japão brigará pela quarta vaga do grupo contra Eslovênia e República Dominicana.

 

Bélgica

A seleção belga vem desenvolvendo um bom voleibol, capaz de dar trabalho para seleções de alto nível.
Ela está em 15º no ranking da FIVB e não tem resultados expressivos em colocações nas competições de voleibol, apesar de estar crescendo bastante nesses últimos instantes.

Portanto, a Bélgica tem tudo para se classificar nessa fase e na segunda também.
É a surpresa que todos querem ver nesse Campeonato Mundial.

 

Eslovênia

A Eslovênia é uma grande equipe se comparada com seleções de nível médio, porém, não faz frente à França, Brasil, EUA, entre outras seleções superiores.
Acredito numa seleção muito fraca para conquistar uma vaga nesse grupo que está com algumas seleções perigosas.
Não classifico a Eslovênia como uma seleção perigosa, e sim como uma seleção boa se comparada a seleções menores.

Ela está posicionada em 23ª no ranking da FIVB. Tem evoluído nos últimos anos, porém, seu voleibol continua bem fraco.
Espera-se que ela fique nas últimas posições ao lado da República Dominicana.

 

República Dominicana

Está em 38º no ranking da FIVB junto com Índia e Bahrain, não dá para esperar nem um voleibol mediano.
Vai ser raro ver a República Dominicana vencer um set nesse Mundial.
A pior seleção entre as 6 do grupo A.

Entretanto, dependendo do nível técnico que eles apresentarem durante os primeiros jogos, acredito ser mais fácil enxergar valor nas apostas quando se obtém seleções mais fracas.
Vamos ficar de olho.

 

Grupo B: Brasil, Canadá, China, Egito, França e Holanda

 

Brasil

A seleção que é líder do ranking da FIVB vem descrescendo ano após ano, mas sempre será candidata ao título.
Terá pela frente um grupo com seleções em crescimento como China e Canadá e superiores como a França, não será fácil, apesar de candidata, não acredito num título brasileiro neste Mundial.

A renovação da seleção comandada por Renan Dal Zotto ainda está em progresso e por isso o Brasil ainda pode dificuldades, apesar do técnico estar bastante confiante para os próximos meses.
Ele conta com craques como Bruninho, Wallace, Lucarelli, Lucão e Lipe.

 

Canadá

6ª colocada no ranking da FIVB é uma seleção em crescimento tecnicamente e taticamente dentro do voleibol mundial.

Aqui vale destacar um excelente trabalho do técnico francês Stéphane Antiga.
Há 4 anos atrás, a seleção canadense ficou em 7º lugar e atingiu sua melhor colocação dentro de um Mundial de Vôlei.

Para 2018, a esperança é ainda maior e o Canadá almeja o pódio.
Diante disso, é um forte adversário para França e Brasil nessa primeira fase.
O levantador Tyler Sanders, os pontas Gord Perrin e Nicholas Hoag, além do líbero Blair Bann são os pilares da esperança norte-americana para esse campeonato.

 

China

A China é a 20ª colocada no ranking e apesar de maus resultados na última Liga das Nações, é uma seleção que apresenta algumas qualidades que podem surpreender seus adversários nessa competição.
Aposto que será uma grande zebra dentro desse campeonato.

O treinador argentino Raúl Lozano terá várias peças importantes para esse mundial e pretende alcançar resultados ainda melhores do que na última competição.
Vale destacar que a seleção chinesa venceu a França por 3 sets a 2 na Liga das Nações, ou seja, pode espantar qualquer adversário.

 

Egito

A seleção egípcia é a 13ª no ranking da FIVB e infelizmente não temos o que esperar dela nesse Campeonato Mundial.
Seleção muito fraca e muito provavelmente será a última colocada deste grupo.

Há alguns atrás conseguia resultados melhores, porém, para essa competição é esperar que o Egito perca facilmente todas as suas partidas.

 

França

A França é atualmente a melhor seleção de voleibol masculina e candidadata ao título junto de outras grandes seleções.
Essa equipe vem de um baque sofrido na Liga das Nações após ter perdido o título em casa para a Rússia por 3 sets a 0.

Diante disso, o técnico Laurent Tillie e o capitão Benjamin Toniutti irão unir forças junto ao elenco para alcançar o primeiro título mundial de vôlei para o país.
Atualmente, a França é a 9ª colocada no ranking e nos próximos anos deve estar entre as 5 primeiras.

 

Holanda

Em 25º no ranking, a Holanda é a franco-atiradora deste grupo. Nos últimos 5 anos, ela vem crescendo e pode dar trabalho à seleções melhores ranqueadas.
Deve brigar pela última vaga para a próxima fase contra a China, pois Brasil, Canadá e França provavelmente se classificam.

Entretanto, a Holanda já foi vice do Mundial em 1994 obtendo seu melhor resultado neste campeonato e já conquistou Jogos Olímpicos e também o Campeonato Europeu.
Porém, não é o que se espera para este Mundial.
A época do bom vôlei holandês já se foi.

 

Grupo C: Estados Unidos, Rússia, Sérvia, Austrália, Tunísia e Camarões

 

Estados Unidos

Gigante no voleibol, os EUA são uma grande potência e candidatos ao título do Mundial.
O técnico John Speraw conta com craques como Taylor Sander, Matthew Anderson e Aaron Russell.
Foram campeões em 1986 e agora chegam forte mais uma vez para brigar pela medalha de ouro.

Em 2014 eles terminaram em 7º, um resultado pífio para uma seleção que demonstra competitividade em todos os campeonatos.
Atualmente, estão em 2º lugar no ranking da FIVB.

 

Rússia

A Rússia, atual campeã da Liga das Nações, chega muito forte para o campeonato e é forte candidata ao título.
Nunca ganharam um mundial, mas dessa vez, irão com força máxima para vencer esse torneio.

4ª colocada no ranking ao lado da Itália, a Rússia em 2014 ficou em 5º lugar no Mundial, é também a atual campeã do Campeonato Europeu disputado em 2017.
O técnico  Sergey Shlyapnikov é muito competente e pode conquistar mais um campeonato.

 

Sérvia

A seleção do técnico Nikola Grbic terminou em 9º lugar no Mundial de 2014 e nunca ganhou essa competição.
Porém, também é forte candidata ao título pois contém vários jogadores de qualidade no elenco.

A Sérvia vem decrescendo nos últimos anos, mas ela é poderosa e deve-se ter cuidado.
Ela está na 11ª posição do ranking e seu último título foi da Liga Mundial em 2016 na Polônia em cima da seleção brasileira.

 

Austrália

A Austrália está em 16º no ranking ao lado de Cuba e pretende se classificar nessa primeira fase.
Nada mais que isso para o nível técnico deles.
O técnico Mark Lebedew tem um ataque muito forte, mas no conjunto dos princípios básicos do voleibol a Austrália se sai muito mal.

Sua melhor posição no Campeonato Mundial foi em 2014 quando atingiu a 15ª colocação. O voleibol australiano tem apenas um título importante em 2007 no Campeonato Asiático.

 

Tunísia

24ª colocada no ranking da FIVB, a seleção da Tunísia terá de se superar para passar a próxima fase num grupo onde obtém 3 seleções imbatíveis se comparada ao seu nível técnico.
Historicamente, é a melhor seleção africana de voleibol.

A melhor colocação da Tunísia em um Campeonato Mundial foi em 2006 quando esteve na 15ª colocação.
Olhando para o futuro, não vejo essa seleção conseguindo a classificação dentro desse grupo.

 

Camarões

Historicamente, essa seleção africana não tem um voleibol qualificado e para esse campeonato nada muda.
Em 2014, a seleção camaronesa perdeu todos os seus jogos no Mundial por 3 a 0 ou 3 a 1.

Camarões é a 30ª seleção no ranking ao lado de Portugal e talvez faça um jogo duro contra a Tunísia, nada mais que isso.

 

Grupo D: Bulgária, Polônia, Irã, Cuba, Finlândia e Porto Rico

 

Bulgária

País-sede ao lado da Itália neste mundial, a seleção búlgara está em 14º no ranking da FIVB e dentro desse grupo deve ser uma das classificadas para a próxima fase.
Em 2012, nos jogos olímpicos, a Bulgária chegou a ficar na 4ª colocação.
Em 2017, no Campeonato Europeu, os búlgaros ficaram em 6º lugar.

Seleção mediana que pode dar trabalho a muitas seleções melhores ranqueadas.
A Bulgária obteve várias conquistas antes dos anos 2000, mas essa tradição foi se perdendo.
Entretanto, deve-se esperar uma seleção competitiva e que deve estar entre os 10 melhores colocados nesse campeonato.

 

Polônia

Gigante no voleibol, a Polônia hoje é a 3ª colocada no ranking da FIVB.
Os poloneses são muito competentes e são fortes candidatos ao título desse campeonato.
Eles tem dois títulos do campeonato mundial e são os atuais campeões dessa competição.

O capitão Michal Kubiak e o técnico Vital Heynen estão recheados de companheiros que atuam no voleibol polonês.
A base é forte e se eles não ficarem entre os 5 primeiros será uma surpresa.

 

Irã

A seleção Iraniana está na 8ª posição do ranking e em 2014 obtiveram sua melhor colocação num Campeonato Mundial quando ficaram em 6º lugar.

São muito fortes, mas não são candidatos ao título.
Sempre fazem jogos disputados com seleções do topo.
Devem se classificar tranquilamente nessa primeira fase e podem atingir um resultado parecido com o de 2014.

 

Cuba

A seleção cubana está em 16º no ranking ao lado da Austrália. Nos últimos anos seu voleibol caiu demais e é difícil de assegurar como eles vem para essa competição.

O técnico Orlando Samuels obtém vários jogadores que atuam na liga cubana, porém, está fazendo uma grande mudança e renovação na seleção.
É uma seleção mediana perigosa e que deve se classificar nessa primeira fase e depois provavelmente ficarão para trás.

 

Finlândia

Essa seleção europeia do técnico argentino Daniel Castellani está em 18º no ranking e nunca obteve resultados bons em campeonatos mundiais.
Recentemente, a Finlândia melhorou um pouco a qualidade do seu voleibol e pode fazer jogos difíceis contra seleções medianas.
Historicamente os finlandenses nunca tiveram tradição no voleibol, mas podem brigar pela classificação na primeira fase dessa competição.

 

Porto Rico

A seleção portorriquenha participou apenas 3 vezes do Campeonato Mundial.
Sua melhor posição foi em 2006 quando chegaram em 12º e surpreenderam por apresentar um bom voleibol.

Hoje, Porto Rico é o 29º colocado no ranking e não deve ultrapassar de fase, porém, pode fazer jogos disputados contra Cuba e Finlândia nesse Mundial.

 

 

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