Dados biométricos: o próximo passo que pode revolucionar a indústria das apostas

 




12/05/2021

O esporte é uma das principais formas de entretenimento da população mundial. E com a evolução da medicina e fisiologia esportiva, os atletas vêm sendo monitorados, sendo possível estabelecer tendências de pontuação, por exemplo, de acordo com a rotina de sono ou até mesmo o batimento cardíaco do desportista durante o aquecimento prévio de uma partida da NBA. 

Biometria é uma das mais importantes armas do esporte profissional atual (Medium.com / Reprodução) 

Já imaginou abrir o noticiário esportivo e se deparar com a seguinte informação: “Stephen Curry faz em média 4,3 pontos a mais por jogo de forma consecutiva quando ele dorme pelo menos 6,6 horas na noite anterior, então certifique-se de verificar hoje mais tarde, quando os dados biométricos forem divulgados pelo Golden State Warriors”. 

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Pois é. Os dados biométricos já fazem parte do esporte profissional. As equipes possuem detalhes da vida de seus atletas, um acompanhamento diário para poder até mesmo prevenir lesões e estabelecer a minutagem de um jogador. Um artigo do portal ‘SportsHandle’, especializado em notícias da indústria de apostas esportivas nos EUA, aponta que este pode ser o próximo passo na lista de informações valiosas para casas de apostas e apostadores.

A disputa entre ligas, donos e atletas 

O certo é que já existe nos bastidores uma guerra fria entre atletas e proprietários sobre a posse destes dados. As ligas também querem essas informações por vários motivos, inclusive para faturar em cima destas informações. A monetização destes dados pode beneficiar e mudar completamente a cara da indústria das apostas esportivas. 

"As ligas definitivamente querem essas informações. Querem saber para acompanhar o desempenho dos jogadores, para negociações de contratos e, talvez até o mais importante, 'como podemos monetizar isso?'", afirmou John Holden, da Universidade de Oklahoma State, que, junto com Kimberly Houser, da Universidade de North Texas, assina a publicação 'Taboo Transactions: Selling Athlete Biometric Data', em 

As ligas são entidades com fins lucrativos que buscam maximizar a receita para os proprietários e, se houver um mercado para dados biométricos, meu palpite é que em algum momento ele será explorado para venda", acrescenta Holden. 

Do outro lado dessa disputa estão os jogadores, bastante reservados quanto à exposição de seus dados biométricos. Na outra ponta, os donos de times. E no meio, claro, os apostadores. Quem não gostaria de ter esse tipo de informação para poder orientar suas apostas? Por exemplo, um time encara uma longa viagem pelo país e acaba não dormindo o necessário. Uma informação assim seria valiosa para casas de apostas e apostadores. 

Para John Holden não há dúvidas. Os dados biométricos são a próxima fronteira das estatísticas esportivas e, por enquanto, são os únicos dados que não podem ser extraídos por ninguém com acesso à Internet ou mesmo discernidos por um torcedor assentado na primeira fila de um jogo da NBA ou de qualquer liga esportiva do mundo. 

O exemplo da NFL 

A NFLPA, o sindicato de jogadores profissionais da NFL, assinou um acordo em 2017 com a plataforma WHOOP que permite aos jogadores rastrearem seus dados biométricos básicos (como frequência cardíaca e padrões de sono). Os dados dos jogos atuais podem ser vendidos comercialmente. No entanto, quaisquer dados coletados no campo de treino - ou até coletados medindo o sono do atleta - teriam que ser negociados em futuros acordos coletivos de trabalho, possibilitando aos atletas o faturamento em cima das informações. Resta saber se eles aceitarão ter tal privacidade escrutinada. 

Todavia, vale ressaltar, como aponta o artigo da ‘SportsHandle’ que para o negócio realmente ativar o mercado, os apostadores precisam ter também em mãos uma espécie de banco de dados prévio, possibilitando, assim, estabelecer tendências e correlacionar as informações com o rendimento nas partidas. Sem isso, os dados do dia talvez não seriam tão essenciais para nortear apostadores. 


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