De Olho na NBA: Temporada 2016/17 - Edição #05





30/01/2017
 
Com muitas equipes já tendo jogado mais do que 45 jogos, é hora de nos atualizarmos quanto ao recorde do especialista em basquete no Aposta10: Gustavo Zambrano. E também ficarmos por dentro de quais foram os destaques, surpresas e decepções da temporada até agora. 
 
Recorde do Aposta10:
 
 
 
Recorde: 44-38-5 (53%), +4,51und
ODD Média: 1.93
ROI%: +4,9%
HCs: 38-37-5 (50%), +0,04und
Totais: 6-1 (85%), +4,47und
 
Equipes 
 
Destaque
 
Washington Wizards (27-20 W/L)
 
 
Após um começo ruim na temporada, os Wizards estão pegando fogo e venceram 11 dos últimos 13 jogos. Com um ataque envolvente especialmente no perímetro, os Wizards estão convertendo 47,5% nos arremessos de quadra e 37,1% nos tiros de três. John Wall, Bradley Beal e Otto Porter formam um dos mais produtivos perímetros ofensivos da liga nessa temporada e juntos, possuem média de 59,1 pontos por jogo. Com a recente série de vitórias, os Wizards subiram para a 5° colocação no Leste, com 57,4% de aproveitamento. 
 
Surpresa 
 
Miami Heat (18-30 W/L)
 
 
Mesmo sofrendo com constantes desfalques, o Heat vive uma boa fase e venceu 7 das últimas 10 partidas. O time ainda continua mal na classificação, mas tem tido algumas surpresas agradáveis como os desempenhos recentes de Wayne Ellington e James Johnson. 
 
Decepção
 
Milwaukee Bucks (21-26 W/L)
 
 
Os Bucks caíram muito de produção recentemente e venceram apenas dois de seus últimos dez confrontos. O time ainda é eficiente no ataque, mas a defesa ruiu e a equipe permitiu uma média de 113,8pts para os oponentes nos últimos cinco jogos disputados. A equipe tem um dos piores bancos da liga e também um dos piores jogadores titulares da NBA, com Matthew Dellavedova sendo uma enorme decepção em Milwaukee. 
 
Fique de Olho:
 
Minnesota Timberwolves (18-29 W/L)
 
 
A síndrome do 3° quarto parece ter passado e a equipe vem jogando muito melhor do que no começo da temporada. Os Wolves tiveram azar em muitas partidas e enquanto eles não são de fato uma equipe de playoffs, o recorde deveria ser bem melhor do que o atual com base nas estatísticas da equipe. O jovem time ainda precisa evoluir na parte defensiva, mas a capacidade de pontuação de jogadores como: Karl-Anthony Towns, Andrew Wiggins e Zach LaVine já parece comprovada. 
 
Deixe de Lado:
 
Denver Nuggets (21-25 WL/)
 
 
O Nuggets possuem bons valores como: Danilo Gallinari e Nikola Jokic e são uma das equipes mais quentes da NBA no momento, com 7 vitórias nas últimas 10 partidas, sequência que os levou até a 8° posição na Conferência Oeste. O time no entanto, ainda carece de talento e experiência, tendo muitos problemas defensivos e cometendo erros no ataque. A equipe está em uma boa posição para brigar no futuro, mas nessa temporada ainda deverá cair de produção e é pouco provável que cheguem aos playoffs.
 
Jogadores
 
Destaque
 
Stephen Curry (PG, Golden State Warriors)
 
 
Perdendo o protagonismo para Kevn Durant, Curry não tem sido tão bons quanto em suas duas últimas temporadas e sua porcentagem nos arremessos de três, caiu até a média da liga esse ano. O armador no entanto, tinha margem para piora sem que perdesse sua enorme eficiência e segue sendo um dos melhores jogadores da NBA. No último sábado em partida frente aos Clippers, Curry mostrou o quão bom ainda é, anotando 43 pontos e pegando 9 rebotes na confortável vitória de Golden State.
 
Surpresa
 
Nikola Jokic (C, Denver Nuggets)
 
 
Um dos melhores jogadores jovens da liga, Jokic teve problemas com faltas e chegou a perder espaço na rotação dos Nuggets no começo da temporada. O center porém, contornou isso e tem sido um dos jogadores mais dominantes da NBA ao longo do último mês, tendo sido essencial para a recente boa fase dos Nuggets. O jogador lidera os Nuggets no índice de eficiência (PER) com 26,5 na marca. 
 
Decepção
 
Terry Rozier (PG, Boston Celtics)
 
 
Segundanista, Rozier tem ganho bastante minutos no backup da armação dos Celtics, mas pouco tem feito. O jogador é até um defensor eficiente e um reboteiro consistente para a sua posição, mas pouco cria no ataque e é também ruim na definição, convertendo apenas 37,3% de seus arremessos e 30,5% na linha de três. 
 
Não se anime com...
 
Otto Porter Jr. (SF, Washington Wizards)
 
 
Porter certamente melhorou como jogador e tem sido importante para o bom momento dos Wizards, mas é difícil de saber o quanto isso é sustentável. O jogador tem convertido 53,5% de seus arremessos e 46,8% nos tiros de três, marcas que obviamente não condizem com o seu talento e que deverão regredir abruptamente. Quando voltar a ser um arremessador normal – e não um extraordinário – o restante de seu jogo que não é muito atraente não garantiram tamanha efetividade. 
 
Não se desespere com...
 
Rajon Rondo (PG, Chicago Bulls)
 
 
Em guerra nos Chicago Bulls, Rondo ainda teria espaço em muitas equipes se basearmos apenas em seu desempenho esperado. O jogador que nunca foi um bom arremessador, tem acertado 37% de seus arremessos nessa temporada e é esperado que melhore no quesito, com base em seus números dos últimos anos. Rondo ainda é um passador bastante eficiente e um defensor muito melhor do que habitualmente é lhe dado crédito e se sairia bem em equipes emergentes com dificuldades na armação, como: Bucks e Nuggets. 
 
Novatos
 
Destaque
 
Willy Hernangomez (C, New York Knicks) 
 
 
Hernangomez foi draftado pelos 76ers em 2015, mas só estreou nessa temporada e por uma nova equipe. Em seus poucos minutos em quadra, o center tem se mostrado um pontuador decente e um bom reboteiro, precisando apenas cometer menos erros, que são normais para um novato, especialmente um jogador de 2° rodada e que era pouco cotado no draft.
 
Decepção
 
Jamal Murray (SG, Denver Nuggets) 
 
 
7° escolha do último draft, Murray é tido como um SG de pontuação, que deve ser um dos dois alvos favoritos no ataque e que contribui pouco com a defesa. Segundo sua característica, o jogador tem sido utilizado como um 6° homem, mas seu baixo aproveitamento nos arremessos e uma má seleção de arremessos, fazem com que ele seja um jogador ainda inconsistente e pouco produtivo no geral para a equipe. Aos 19 anos, Murray é um dos mais promissores talentos do último draft, mas que em processo de evolução, machuca mais do que ajuda sua equipe.  
 

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