Eleições e Jogos: como foram os candidatos envolvidos?


09/10/2018

 

De acordo com publicação da Games Magazine Brasil, a direção da Frente Parlamentar Pró-Jogo do Brasil não teve uma boa eleição neste final de semana.

 

Os principais defensores da regulamentação do jogo no Brasil no Senado e na Câmara dos Deputados não foram bem na eleição deste domingo (07/10). Em sua maioria, não conseguiram reaver suas cadeiras e não serão parte do futuro parlamento brasileiro.

Veja o resultado obtido pelos membros da cúpula da Frente Parlamentar pela Aprovação do Marco Regulatório dos Jogos no Brasil:

César Halum (PR-TO) (Presidente): Não foi eleito como Senador
Nelson Marquezelli (PTB-SP) (Vice-presidente): Não foi eleito como Deputado
Goulart (PSD-SP) (Secretário-Geral): Não foi eleito como Deputado
Evandro Roman (PSD-PR) (Diretor-Consultivo): Não foi eleito como Deputado
Bacelar (PODE-BA) (Representante da Nordeste): eleito Deputado
Magda Mofatto (PR-GO) (Representante da Centro-Oeste): Não foi eleita como Deputada
Hiran Gonçalves (PP-RR) (Representante da Norte): eleito Deputado
Diego Andrade (PSD-MG) (Representante da Sudeste): eleito Deputado
Pompeo de Mattos (PDT-RS) (Representante da Sul): Não foi eleito como Deputado
Renata Abreu (PODE-SP) (Conselheira): eleita Deputada

Outros aliados à legalização do Jogo no Brasil tiveram sorte diferente durante a votação deste domingo.

O deputado Herculano Passos (PSD/SP), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo no Congresso Nacional, conseguiu ficar com sua cadeira, assim como Guilherme Mussi (PP-SP), Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG) e Helio Leite (DEM-PA).

Enquanto os deputados federais Luiz Carlos Ramos do Chaeu (PR-RJ) e Cristiane Brasil (PTB-RJ) não o conseguiram.

Por outro lado, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), autor do o PLS 186/2014 que autoriza a exploração de bingos, jogo do bicho, videojogo e outras modalidades de apostas, conseguiu sua reeleição, enquanto que o relator Benedito de Lira (PP-AL), que apoiou proposta durante a votação de março na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), não conseguiu manter sua cadeira.

Um dos senadores mais contrários à legalização do jogo não conseguiu a reeleição

O senador Magno Malta (PR-ES) foi derrotado na busca pela reeleição. Aliado próximo de Jair Bolsonaro (PSL), ele chegou a ser convidado para ser vice na chapa presidencial, mas ficou de fora porque decidiu buscar mais um mandato

No dia 7 de março, a legalização dos jogos de azar e a reabertura dos cassinos no país foi barrada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Naquela ocasião, um dos principais senadores opositores ao Jogo no Brasil foi precisamente Magno Malta, que concluiu que “não há motivos nem argumentos que demonstram que legalizar a exploração dos jogos de azar no Brasil é decisão acertada”.

No voto em separado, desafortunadamente Malta alertou para a especial vulnerabilidade de idosos frente à jogatina e observou que países que liberaram o jogo enfrentam elevados custos em razão de problemas e patologias associadas ao vício do jogo. “O projeto vende a imagem falsa de 'salvação da economia', com a alegação de que legalizar vai criar empregos e levar para os cofres públicos cerca de R$ 15 bi de impostos a mais, por ano. Esse número é fictício, irreal”.

Graças ao poder de convencimento de Malta e de outros senadores, a maioria foi contrária à aprovação do projeto de lei (PLS 186/2014) que autoriza a exploração de bingos, jogo do bicho, videojogo e outras modalidades de apostas.

 Fonte: Games Magazine Brasil

 

 




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