Guia para apostar na Copa do Mundo de Futebol Feminino 2019


24/05/2019

 

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                                                                                                                                                                                    por Fernando Pereira 

 

No dia 7 de Junho começa a Copa do Mundo de Futebol  Feminino na França, uma das edições mais esperadas e com maior cobertura, marcando o sucesso da categoria.

Disputado desde de 1991, chega sua oitava edição, novamente com a participação do Brasil, que vive um aumento no número de jogadoras, mas chega longe das principais favoritas.
 

Campeões e vices de todas edições

1991 – Campeã: EUA  - Vice: Noruega
1995 – Campeã: Noruega – Vice: Alemanha
1999 – Campeã: EUA – Vice: China
2003 – Campeã: Alemanha – Vice: Suécia
2007 – Campeã: Alemanha – Vice: Brasil
2011 – Campeã: Japão – Vice: EUA
2015 – Campeã: EUA – Vice: Japão


São 24 países, divididos em seis grupos de quatro seleções. As duas primeiras e as quatro melhores terceira colocadas passam para as Oitavas de Final e após isso, temos o clássico sistema eliminatório até a final.

Pela primeira vez na história, a Globo decidiu dar espaço a Seleção Brasileira e terá os jogos transmitidos com a narração de Galvão Bueno, marcando uma revolução na categoria.

Mesmo com um aumento grande na cobertura e na curiosidade do público, a premiação total subiu de US $ 15 mi para US $ 30 mi, mas bem abaixo dos US $ 400 mi, distribuídos no futebol masculino, o que causou revolta no sindicato dos jogadores.

Mas independente das polêmicas, é esperado o melhor e maior torneio da categoria, em público, nível técnico e cobertura.
 

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Vamos conhecer os Grupos:

Grupo A

Coréia do Sul
França
Nigéria
Noruega

 

A anfitriã França é a grande favorita nesse grupo. Tem uma equipe que vem evoluindo nas últimas edições, foi semifinalista em 2011 e caiu para a Alemanha nas Quartas de 2015.

Potência nas primeiras edições, inclusive com o título em 95, a Noruega caiu de produção nos últimos anos, mas ainda assim tem tudo para ficar com uma das vagas para as Oitavas. Sofre com o boicote de sua maior craque, Hegerberg.


Uma das melhores seleções africanas e presença constante em mundiais, a Nigéria fez sua grande campanha em 1999, quando caiu para o Brasil nas Quartas. Nas últimas edições caiu sempre na primeira fase e seria uma supresa superar isso nesse grupo.

Indo para seu terceiro mundial seguido, a Coréia do Sul foi eliminada nas Oitavas da última edição, pela França. Não entra como cotada nesse grupo.
 

Grupo B

África do Sul
Alemanha
China
Espanha

 

A África do Sul do Sul faz sua primeira participação no torneio, as Banyana Banyana chegam como de duas participações nas olimpíadas e de um vice-campeonato africano em 2018, mas são vistas como surpresa.

Bicampeã Mundial e uma das seleções com mais tradição na categoria, a Alemanha chega sempre como favorita e deve se classificar com tranquilidade no grupo.

Uma das primeiras potências da categoria, a China não conquista um grande resultado desde de 1999, quando foi vice-mundial. Caiu nas Quartas da última edição e acredito que seja o máximo que alcance em 2019.

O futebol feminino tem tomado grandes proporções na Espanha, em seu público e também no desempenho de seus clubes, porém a seleção não tem grande desempenho. Em 2015 caiu ainda na primeira fase e entra como terceira força nesse grupo.
 



Grupo C

Austrália
Brasil
Itália
Jamaica



Apesar de nunca ter ficado entre as quatro melhores do mundo, as australianas vem chegando as Quartas de Final e mostram evolução em seu jogo. Mesmo abaixo das favoritas ao título, podem surpreender.

Sob o comando de Vadão e uma longa sequência de derrotas, o Brasil chega com expectativas bem abaixo de anos anteriores. Talvez seja a última chance de uma geração que quase se consagrou com o vice de 2007, jogadoras como Marta, Cristiane, a imparável Formiga, tem jovens talentosas, que brilham no Brasileirão desse ano.
Mas a desconfiança é grande, sobretudo pelo comando da CBF e planejamento técnico. Com tantas seleções evoluindo, seria uma grande surpresa se as meninas brasileiras alcancem as semifinais.
Mas torcida e cobertura não irão faltar, com Bandeirantes e Globo mostrando os jogos da seleção.
 

Após 20 anos, a Itália está de volta ao Mundial. A seleção tem resultados fracos e entra como uma incógnita, porém não deve causar problemas para Brasil e Austrália.

Estreante em mundiais, a Jamaica quer desfrutar do momento, mas em um grupo com duas equipes tradicionais e uma escola europeia, não deve passar da primeira fase.

 

Grupo D

Argentina
Escócia
Inglaterra
Japão


Após doze anos de ausência, as argentinas estão de voltas ao Mundial. Pegaram um grupo complicado e tem pela frente a rivalidade mortal com a Inglaterra.

Em sua primeira copa, a Escócia quer ganhar experiência e tem pela frente a Inglaterra.
Para passar de fase, o foco é ficar entre uma das melhores terceira colocadas, pois está abaixo das favoritas.

Terceira colocada em 2015, a Inglaterra teve em sua convocação pompas do time masculino. Com o príncipe Henry anunciando os nomes. A equipe é boa, joga próxima de casa e tem tudo para ir longe.

Finalista nas duas últimas edições, as japonesas são uma potência no futebol feminino. Devem disputar o primeiro lugar do grupo com as inglesas.


Grupo E

Camarões
Canadá
Holanda
Nova Zelândia

Em 2015, as camaronesas surpreenderam. Chegaram as Oitavas de Final e venderam caro a derrota para China, esperam o passo a frente nessa edição.

Medalha de bronze nas duas últimas olimpíadas, as canadenses tem tradição na categoria, mas nenhuma final em mundial. Sua melhor participação foi o terceiro lugar em 2003. Na última edição, caiu nas Quartas de Final.

Campeã europeia, a Holanda vem para seu segundo mundial. Em sua estreia em 2015, caiu nas Oitavas de Final, mas a evolução tem se mostrado enorme e entra para fazer uma campanha ainda melhor.

Chegando a sua sexta participação em Mundiais, a Nova Zelândia nunca passou da primeira fase. É uma equipe tradicional, mas sem grandes resultados. Deve repetir os resultados nessa temporada.

Grupo F

Chile
EUA
Suécia
Tailândia



Em sua primeira participação em mundiais, as chilenas tem um grupo realmente complicado pela frente.
Seus clubes tem sucesso na Libertadores, mas a seleção busca um lugar ao sol.

Atuais campeãs e novamente favoritas, essa é a realidade dos EUA. A seleção tem grande investimento, uma liga forte e muitas jogadoras de alto nível, não deve ter problemas nessa primeira fase. Treinada pela inglesa Jill Ellis, vem com um elenco em transição, mas com craques como Alexandra Popp.

A Suécia tem muita tradição na categoria, ainda que falte o título. Atuais vice-campeãs olímpicas, encontram novamente os EUA. Se falta força para buscar o título, as suecas devem passar com tranquilidade no grupo, duelando pelo primeiro lugar.

Em sua segunda participação em Mundias, a Tailândia chega sem grandes expectativas. Ainda que a seleção tenha sido pioneira na categoria, nos anos 70, não acompanhou as rivais e agora volta para uma fase de crescimento. Deve lutar pelo terceiro lugar contra o Chile.

 

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