Palpite: NLWC - Cincinnati Reds (Hunter Greene) x Los Angeles Dodgers (Blake Snell) - MLB Playoffs - Game #1 - 30/09
Palpite em Destaque
Análise e dica de aposta para o jogo #1 da série de playoffs entre Cincinnati Reds e Los Angeles Dodgers, partida válida pela rodada de wild card da Liga Nacional, com início às 22:00.
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Encerrando o primeiro dia dos playoffs da MLB, os Los Angeles Dodgers, atuais campeões da World Series, recebem os Cincinnati Reds no Dodger Stadium na noite desta terça-feira. A partida é a primeira de uma série de três jogos.
Local do evento: Los Angeles - Califórnia
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As equipes se enfrentaram seis vezes na temporada regular, e os Dodgers dominaram os confrontos, vencendo cinco das seis partidas. Os totais ficaram em 1-4-1 O/U.
O Dodger Stadium é um under park, com total base de 8, que pode variar dependendo do matchup e/ou das condições climáticas. Hoje, os ventos sopram fortes a 10mph em direção ao campo externo direito, com temperatura de 21°C e umidade do ar em 67%. Céu ensolarado e sem previsão de chuva durante a partida.
Nick Mahrley (10-20 O/U) será o umpire do home plate. Assim como o recorde sugere, Mahrley é um under umpire, com uma zona de strike larga que favorece os arremessadores. Na temporada regular, o umpire chamou strikes em 64,5% dos arremessos, com relação SO/Walks de 3.02. Seus jogos tiveram média de apenas 7,8 corridas.
Os Reds (Seed #6 da NL) não chegavam aos playoffs desde a temporada de 2020, encurtada devido à pandemia. A equipe não esteve entre as melhores da liga em nenhum momento da temporada, mas foi premiada pela consistência, vencendo 83 jogos e avançando aos playoffs com a última vaga de Wild Card da Liga Nacional. Com uma campanha inferior à dos Dodgers, os Reds terão que disputar as três partidas desta série na casa do adversário.
Hunter Greene (RHP, 7-4 W/L e ERA 2.76) será o starter dos Reds. Greene, que já havia apresentado boa evolução no último ano, ficou afastado por lesão durante parte da temporada, iniciando apenas 19 jogos, sua menor marca em quatro anos na liga. O arremessador, no entanto, foi dominante quando esteve disponível, mantendo uma alta taxa de strikeouts e apresentando uma grande melhora no controle, passando de 3.55 walks em média a cada 9.0 IP em seus três primeiros anos na liga para apenas 2.17 nesta temporada. Flyballer, Greene é propenso a ceder home runs, mas, com uma porcentagem de strikeouts de 31,4%, os home runs acabam não causando tanto dano ao ERA do arremessador. A bola rápida de Greene atinge 99.4mph e ainda foi o arremesso mais produtivo do pitcher, que também utiliza splitter e slider no repertório. Rebatedores canhotos produziram contato forte em uma taxa elevada contra o arremessador, mas Greene não apresentou uma divisão de desempenho significativa contra rebatedores, mantendo boa eficiência tanto contra destros quanto contra canhotos. Greene enfrentou os Dodgers no final de agosto e teve um de seus piores desempenhos do ano, permitindo 5 corridas em 5.0 IP, com 3 K e 2 BB na partida.
A equipe teve média de 4,4 corridas por jogo na temporada regular, em linha com a média da liga, mas, em parte, a produção ofensiva foi impulsionada pelo ambiente de alta pontuação do Great American Ball Park e, nos números corrigidos para refletirem o ambiente ofensivo, o ataque foi bem menos impressionante, com os rebatedores combinando para uma linha de 245/310/391 (AVG/OBP/SLG), que se traduziu em um wRC+ de apenas 92, 24ª melhor marca da liga e 2ª pior marca entre as equipes classificadas para os playoffs. Com TJ Friedl e Elly De La Cruz sendo menos eficazes contra LHP, a equipe também foi menos produtiva contra canhotos do que contra destros, com os rebatedores combinando para uma linha de apenas 229/300/353 contra LHP, que se traduziu em um fraco wRC+ de 79. Uma ameaça de potência e velocidade, De La Cruz teve 22 home runs e 37 roubos de base na temporada regular, mas, contra canhotos, o rebatedor sofreu strikeouts em 29% de suas idas ao bastão, com linha de apenas 236/276/342. Gavin Lux, que terminou com números gerais acima da média, é outro que foi menos produtivo contra canhotos, deixando o lineup nesta situação na maioria das vezes. Austin Hays, que tem bons números contra canhotos na carreira, tem status de questionável para esta partida, mas Miguel Andujar, que chegou ao time durante o prazo de trocas, forneceu um impulso ao lineup e teve alta produção contra arremessadores canhotos, com linha de 389/409/578 em 93 passagens no bastão contra LHP.

O bullpen foi uma unidade mediana para os Reds nesta temporada, com os relievers combinando para um ERA 3.89, 14ª melhor marca da liga. Tony Santillan, Scott Barlow, Graham Ashcraft, Brent Suter e o closer Emilio Pagán são as principais opções de relievers disponíveis para o manager Terry Francona no bullpen, mas, com boas exibições, o novato Connor Phillips também ganhou espaço na unidade na segunda metade da temporada. Santillan e Pagán, ambos com ERA inferior a 3.00, foram bastante confiáveis, enquanto Ashcraft, que participou da rotação nos últimos anos, funcionou bem como reliever, induzindo groundballs em uma taxa elevada, com ERA 3.99 em 62 aparições. Barlow, porém, apesar de ter terminado a temporada regular com um bom ERA 3.74, sofreu com panes de controle, enquanto Suter não se saiu bem na segunda metade da temporada, com ERA 7.36 em suas últimas 18 aparições.
A adição de Ke'Bryan Hayes, um defensor de elite na terceira base, contribuiu para uma melhora da defesa na segunda metade da temporada, mas Elly De La Cruz ainda apresentou problemas na posição de shortstop, enquanto o center fielder TJ Friedl e o segunda base Matt McLain, antes sólidos defensores, combinaram para -16 corridas salvas pela métrica de DRS. Além de Hayes, Spencer Steer na primeira base e Will Benson no campo direito estiveram bem na parte defensiva. Tyler Stephenson e Jose Trevino se revezaram na função de catcher na temporada regular, mas com produção defensiva bem distinta. Trevino teve grande impacto positivo no enquadramento de arremessos, mas Stephenson foi péssimo no quesito, terminando entre os dez catchers que menos geraram valor através do enquadramento. Stephenson, no entanto, se saiu melhor no controle dos corredores nas bases, com Trevino permitindo 62 roubos em 90 partidas.
Atuais campeões da World Series, os Dodgers (Seed #3) tiveram mais dificuldades do que o previsto, vencendo cinco jogos a menos do que no ano passado e terminando apenas com a 3ª melhor campanha da Liga Nacional. Ainda assim, a equipe conquistou a divisão West pelo 4º ano consecutivo e, com uma campanha superior à dos Reds, terá a vantagem do mando de campo em todas as três partidas desta série.
Blake Snell (LHP, 5-4 W/L e ERA 2.35) será o starter dos Dodgers. Um dos grandes reforços dos Dodgers para esta temporada, Snell se lesionou logo em sua segunda partida pela equipe, retornando apenas no início de agosto. O arremessador, que havia permitido um total de 7 corridas em seus dois primeiros jogos, tem sido dominante desde o retorno, com um ERA 2.41 em 9 partidas desde que saiu da lista de lesionados. Seu repertório, com bola rápida, changeup, slider e curveball, gerou swings no vazio em 15,3% dos arremessos, o que se traduziu em uma alta média de 10.57 strikeouts a cada 9.0 IP, em linha com seus números da carreira. O controle ainda foi um problema, com o arremessador cedendo walks para 10,2% dos rebatedores enfrentados, mas, além da alta taxa de strikeouts, Snell induziu groundballs em 48,7% das bolas que entraram em jogo contra ele, terminando com média de apenas 0,44 home runs permitidos a cada 9.0 IP.

A equipe teve média de 5,0 corridas por jogo na temporada regular, 2ª maior marca da liga, atrás apenas dos Yankees, mas, apesar de ter se mantido acima da média, o ataque foi bem menos produtivo durante a segunda metade da temporada, quando produziu 4,7 corridas em média por jogo, com linha de 247/321/434 (AVG/OBP/SLG), que se traduziu em um wRC+ de 109, apenas a 9ª maior marca da liga no período. Para esta série contra os Reds, a equipe não terá Will Smith, que vinha sendo um dos rebatedores mais produtivos do lineup antes de uma lesão na mão que o afastou da reta final da temporada. Atual MVP da Liga Nacional, Shohei Ohtani foi novamente o destaque dos Dodgers no bastão, com 55 home runs, 20 roubos de base e linha de 282/392/622, enquanto Freddie Freeman, MVP da última World Series, teve outra forte temporada, rebatendo 24 home runs com linha de 295/367/502. Max Muncy, que retornou ao time na reta final da temporada regular, teve 6 home runs em 19 jogos desde que deixou a lista de lesionados, enquanto Mookie Betts teve uma temporada abaixo de seus padrões, mas foi mais produtivo após o All-Star Game. Michael Conforto e Tommy Edman, porém, não tiveram um bom ano, e Ben Rortvedt, que deve substituir Smith, é um rebatedor de baixa produção, com linha de apenas 152/240/205 em 128 passagens no bastão na temporada regular.
O bullpen foi o ponto fraco dos Dodgers neste ano, especialmente na segunda metade da temporada, quando os relievers combinaram para 13 blown saves, maior marca da liga. Na temporada, os Dodgers tiveram o 21º melhor ERA conjunto entre os bullpens da liga, com 4.27 na marca. Com péssimos desempenhos, Tanner Scott perdeu a função de closer na reta final da temporada, com Jack Dreyer, que foi mais consistente, assumindo o papel. Alex Vesia, que teve uma ótima primeira metade de temporada, caiu de produção após o All-Star Game, e Blake Treinen, que sofreu com lesões nos últimos anos, teve uma temporada decepcionante, terminando com ERA 5.40 em 32 aparições. Reliever mais utilizado pelo manager Dave Roberts, com 70 aparições na temporada, Anthony Banda, porém, foi bastante sólido, com ERA 3.06 em 64.2 IP.
Uma defesa de elite forneceu grande ajuda aos arremessadores da equipe, com os defensores combinando para 67 corridas salvas na temporada pela métrica de DRS, 3ª maior marca da liga. Andy Pages e Michael Conforto no campo externo oscilaram um pouco na parte defensiva, enquanto Freddie Freeman piorou bastante como defensor na primeira base, terminando com -7 corridas salvas na posição. Mookie Betts, no entanto, se tornou um defensor de elite na posição de shortstop, com 17 corridas salvas, enquanto Hyeseong Kim, dividindo o tempo na segunda base com Tommy Edman, também impressionou defensivamente, com 9 corridas salvas. Com Will Smith lesionado, Ben Rortvedt será o catcher titular nesta série. Rortvedt, que foi dispensado pelos Rays no início da temporada, foi mediano como defensor neste ano, com impacto neutro no enquadramento de arremessos, enquanto eliminou 22,7% dos corredores que tentaram roubos contra ele.
Linha Projetada: Dodgers 1.43/Reds 3.32
Total Projetado: 6
Onde está o valor? 🤑
Apesar de não terem sido tão dominantes quanto o esperado na temporada regular, os Dodgers, com Snell no montinho, são de fato bastante favoritos nesta partida, mas, pela odd atual, não acredito que exista muito valor em apoiá-los. O total, no entanto, é bem mais interessante em termos de valor, com 7,5 se destacando como um número elevado, considerando o domínio de Snell na reta final da temporada, a eficiência de Greene e as tendências do umpire Nick Mahrley, que, com uma zona de strike larga, costuma favorecer os arremessadores em detrimento dos ataques. O clima e o campo são neutros para totais, enquanto os bullpens podem causar problemas nas entradas finais, mas espero uma partida sólida dos dois starters e, com minha projeção apontando 6 como um total justo, vejo o under como o melhor valor de aposta nesta partida.
⭐️Aposta: Under 7,5 @1.83 (Pinnacle)

