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  • Porque você deve ler o livro a pirâmide invertida (uma breve análise)

    Paty Fagundes Paty Fagundes
    Publicado em 17/10/2018 às 02:13

    Finalmente uma presença feminina por aqui. Desde a criação desse blog, que já se encaminha para o seu primeiro mês de existência, ainda não havia tido tempo de dar a minha contribuição. Pois bem! Para chegar metendo o pé na porta, nada mais justo que trazer um bom assunto e um bom conteúdo. Talvez você leitor não saiba, mas eu sou apaixonada por livros (e sim, tenho ciúmes dos meus, haha). E nada melhor do que juntar uma boa leitura ao futebol. Até hoje não encontrei nenhum livro que traz conteúdos diretos relacionados a apostas. Me refiro a um conteúdo mais denso, mais robusto. Mas temos muitos que falam sobre o futebol em si, alguns com histórias de clubes (que acho incríveis) e outros sobre grandes astros do futebol ao redor do mundo, seja dentro ou fora de campo.

    Mas vamos parar de rodeios e vamos ao que interessa: o tal livro que quero falar hoje para vocês. Se você pretende conhecer como foi criada a tática no futebol, precisa ler o livro “A pirâmide invertida”. São 450 páginas de um baita conteúdo desde os primórdios do futebol. Seu autor, Jonathan Wilson, é um jornalista apaixonado por futebol, que respira esse esporte. A versão brasileira do livro possui tradução de André Kfouri e foi publicado pela editora Grande Área, que já trouxe outros livros do mundo do futebol.

    O autor do livro é bastante minimalista nas suas colocações. Ele te faz entrar na história contando o passo a passo das mudanças táticas dentro do futebol desde a sua criação na Inglaterra (há controvérsias, mas é assunto pra outro momento), trazendo os principais personagens da jornada tática do futebol.

    Escola inglesa x escola escocesa

    Nesse livro temos a disputa inicial da escola inglesa onde a posse, bolas longas e a correria reinava contra a escola escocesa com passes curtos e um futebol “mais técnico”. Durante muito tempo essas duas escolas se compararam  para mostrar quem era a melhor. O primeiro duelo entre países inclusive aconteceu justamente entre Escócia e Inglaterra, no dia 30 de novembro de 1872, onde existia certo favoritismo para os ingleses, mas foram contidos  em um placar de 0 a 0. Essas duas escolas foram responsáveis por dar outros olhos ao futebol no mundo todo, onde os principais treinadores passaram a viajar por vários países disseminando as duas ideias.

    O jogo de xadrez do Uruguai

    Durante muitos anos, o 2-3-5 foi o esquema tático de várias equipes, inclusive do Uruguai, que venceu a Copa do Mundo de 1930, com um futebol de passes curtos e rápidos. Esse Uruguai que encantou o mundo com o seu futebol foi comparado ao jogo de xadrez. Galeano, renomado jornalista e escritor uruguaio escreveu, “as pessoas começaram a se acotovelar para ver aqueles homens, astutos como esquilos, que jogavam xadrez com a bola.”

    Herbert Chapman

    Herbert Chapman foi mais um dos ícones do futebol dos século  XX. Sua carreira como jogador foi um tanto frustrada, mas como treinador deixou o seu legado. Foi considerado o primeiro técnico moderno, tendo controle inclusive das contratações, modificações técnicas e táticas em campo e até mesmo as músicas que seriam tocadas no estádio (sim, haha). Seu papel no plano tático foi o recuo de um dos jogadores do meio campo, tendo assim um terceiro zagueiro, colocando dois atacantes mais atrás, formando assim o conhecido WM.

    Chapman levou o time semiprofissional do Northamoton Town ao título da competição. Passou pelo Ledds City, mas fez história no Huddersfield, onde ganhou 1 FA Cup e 2 Football League em 4 anos. No Arsenal a equipe conseguiu os mesmos títulos e o futebol implantado por ele foi responsável por 5 títulos da Premier League, conquistados já depois do falecimento do treinador.

    Café, futebol e o Wunderteam

    O futebol teve um crescimento exponencial na Europa, principalmente em regiões urbanas como Viena e Budapeste, onde a cultura do café era muito forte. Os cafés passaram a se tornar salões públicos, onde as pessoas se encontravam, liam jornais, jogavam cartas e xadrez. Cada vez mais o futebol passava a ser discutido nesses grandes salões e os clubes da época tinham seus próprios cafés onde se encontravam para conversar.

    Foi nesse clima que surgiu o Wunderteam, ou se quiser pode chamar de time maravilha, como era visto o futebol da Áustria no início da década de 30. Comandado por Hugo Meisl, a seleção da Áustria teve o seu auge nessa época, com ótimos jogadores que fizeram história, ainda que tenha sido derrotada pela Itália na semifinal da Copa de 1934.

    Com um elenco incrível a disposição, Meisl se espelhou em Jimmy Hogan, outro defensor da escola escocesa, trabalhando em um 2-3-5 com troca de passes rápidos, movimentação constante de meio-campo e ataque e jogadas de efeito. Em 1938 essa seleção austríaca foi totalmente dissolvida pelo nazismo, algo que Hugo não chegou a presenciar, já que morreu um ano antes.

    O Brasil da Copa do Mundo de 58

    No Brasil, o estilo WM tomou outras proporções e Flavio Costa optou pela criação da “diagonal” para dar maior mobilidade ao seu time no meio de campo; um pequeno ajuste que iria passar para um 4-2-4 no ano da consagração pela Copa do Mundo, em 1958, conquistando o primeiro título mundial (nessa época o Brasil tinha um ponta de lança chamado Pelé, já ouviu falar?). Antes, em 1950, uma amarga derrota por 2 a 1 frente ao Uruguai na final da competição e em 1954 foi desclassificada pela Hungria nas quartas de final. Depois de 58, o Brasil seguiu o mesmo rumo em 62 e se consagrou bicampeão do Mundo.

    Catenaccio

    A própria tradução da palavra já diz: correntão. Na Itália a tradução é ainda melhor: Porta Trancada. Há quem diga que esse não é um modelo tático, mas algo como que uma estratégia de jogo baseado totalmente em atuar na defensiva. Esse modelo é característico por recuo da defesa, inclusive dos próprios atacantes, para atuar em contra-ataque. No plano tático é basicamente um 4-3-3.

    Esse modelo foi criado lá na Suíça, por Karl Rappan, mas foi implantado de forma muito eficaz na Itália, no time da Triestina por Nereo Rocco. Assumindo a equipe em 1947, a mesma só não caiu para a segunda divisão em função do regulamento, mas terminou a temporada em último. Em 1948, a Triestrina ficou na segunda posição na Itália.

    Depois, nos anos 60, Helenio Herrera aplicou o catenaccio na Inter de Milão e venceu a Liga dos Campeões em 1964 e 1965, mas em 1967 foi surpreendido pelo Celtic na final. O modelo parecia já não funcionar tão perfeitamente.

    Futebol Total e a Holanda de 1970

    Basicamente, no futebol total, todo mundo faz tudo. Ou seja, o atacante precisa além de atacar é claro, estar apto a também defender. Perdeu a bola? Todos pressionam o adversário. Com esse modelo, a Holanda de 1970 encantou os olhos do mundo. Todos os atletas estão aptos a saírem de suas posições dentro do modelo do futebol total e devem criar espaços quando não estiverem com a bola, buscando a movimentação; sem ela, pressione o adversário.

    Jack Reynolds foi o criador do futebol holandês, mas quem chegou para aplicar o novo modelo foi Rinus Michels, onde comandou a Laranja Mecânica nas décadas de 60 e 70 com dois vice-campeonatos. Ainda depois da saída de Michels do time do Ajax, onde também era treinador, a equipe continuou fazendo grandes atuações nos anos seguintes. Em 1973 o Ajax venceria a Copa da Europa contra a Juventus.

    O Brasil de 1970

    Em 1970, com mais um título da Copa do Mundo para a Seleção Brasileira, o mundo viu um futebol que jamais virá, como dito na época, comparado à chegada à Lua. Hoje em dia não teríamos jamais um modelo de jogo assim para presenciar, visto que houve a evolução dos sistemas táticos. Pelé, Tostão, Gérson, Rivellino, entre outros nomes ficarão para sempre na história. Em 1966 nem se viu praticamente o Brasil, mas em 1970, um sonoro 4 a 1 ficou marcado na grande final contra a Itália, na Cidade do México.

    No modelo tático, um 4-3-3, que podia se transformar em um 4-2-4, mas que na época não representava muito, afinal o Brasil tinha um elenco impecável em campo. Era um Brasil que queria gols, não apenas defender resultados, algo que vemos muito hoje em dia, já que com o passar dos anos o gol se tornou momento raro do futebol, principalmente o brasileiro.

    Depois da Copa do 70, o Brasil só voltou a mostrar um futebol mais interessante em 1982, quando voltou a se remodelar, mas foi ainda eliminado pela Itália na fase de grupos.

    A inversão da pirâmide

    Em 1986, Carlos Bilardo, buscando favorecer o talento de Maradona, fez algo curioso e fez parte da fase final das mudanças táticas ao longo do século. O técnico da seleção argentina inverteu a pirâmide: de um 5-3-2 dos anos 30, fomos parar no 3-5-2 ao final dos anos 80. O resultado? O segundo título da Argentina pela Copa do Mundo.

    O futebol evoluiu

    A medida que os sistemas se tornaram mais organizados e os atletas melhores condicionados, as defesas foram ficando mais sólidas. Hoje em dia os espaços já não são mais tão fáceis de se encontrar, ainda que as equipes possuam planos táticos diferentes em campo. Durante o livro, é interessante também a forma como o autor fala sobre o pragmatismo cético inglês e a dificuldade de aceitar novas mudanças, algo que ao longo dos anos pode ter retardado a evolução. Mas sempre teremos um Pep Guardiola para bagunçar a pirâmide mais uma vez.

    O texto já ficou longo demais, mas deu para trazer uma “palhinha” do livro a “A pirâmide invertida”. Você ainda pode ler sobre o Chelsea de Mourinho, o Barcelona de Johan Cruijff e vários outros grandes nomes do futebol mundial nesse livro que é considerado a “bíblia tática” do futebol e inclusive ganhou um prêmio em 2009 pela National Sporting Club Book Awards.

    Esse não é um livro que irá te ajudar nas apostas ou melhorar o seu desempenho, mas vai te fazer aprender muito mais sobre o futebol, esse esporte incrível e encantador.

     

     


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    piramide invertidalivro

  • NBA Fantasy 2018/2019

    Rodrigo Disconzi Rodrigo Disconzi
    Publicado em 10/10/2018 às 11:52

     Na próxima terça feira, dia 16, começa a nova temporada na NBA. É nela que se pratica o melhor basquetebol do planeta.

    Minha preparação básica para a NBA é a de acompanhar as mudanças de jogadores nos times e verificar os calouros draftados.

    Renovei a assinatura do NBA League Pass para poder assistir aos jogos, replays, highlights e programas no PC ou celular.

    Ler, pesquisar, ver vídeos e podcasts ajuda a tentar entender logo de cara como as equipes vem, ainda assim isso não é tão essencial para apostar pois nas primeiras rodadas os times ainda não estão ajustados.

    Já estão acontecendo amistosos preparativos com transmissão no NBA TV.

    Quem aposta na NBA e tem facilidade com números fez ajustes nos seus Power Rankings após as transferências de jogadores.

    Para esse ano tentarei usar mais os dados estatísticos da NBA , algo que comecei a aprender a utilizar só no ano passado. 

    Os dados que mais usei ano passado era a pontuação geral do time quando certo jogador não poderia jogar, ritmo dos times (pace)/ cestas  feitas ou permitidas por 100 posses de bola.

     

    Para este ano também utilizarei como ferramenta auxiliar as projeções individuais do NBA ESPN Fantasy, o "Cartola" da NBA.

    Abaixo segue o time que montei, lembrando que um jogador após ser draftado por um time não pode ser escalado em nenhum outro time.

     

     

    Como fui sorteado o primeiro a escolher, tinha de decidir entre Durant, Lebron, o grego Giannis ou Antonhy Davies, que são jogadores que fazem muitos pontos e coletam muitos rebotes, além de outros números positivos.

    Giannis ou Davies devem ter sido as primeiras opções de muita gente pois são as maiores estrelas de seus times e a bola chega mais vezes neles. Lebron costuma carregar sues colegas de time nas costas e é provavelmente o jogador que mais desequilibra partidas.

    Ainda assim optei por Durant considerando a temporada toda, seu equilíbrio de performances é incrível (dificilmente joga mal), ele melhorou sua capacidade defensiva, atua em qualquer uma das 5 posições, tem bom percentual de 1, 2 e 3 pontos, pega muitos rebotes e dá tocos com frequência. 

    Tive a sorte de pegar 2 matadores fenomenais de 3 pontos: Klay Thompson e Eric Gordon. Este último além de pontuador, se mostrou muito raçudo nas partidas de Playoffs.

    Os pivôs que eu pretendia selecionar foram contratados por outros participantes do Fantasy, ainda assim acho que consegui formar um trio forte na defesa e que pontuam bem com Aldridge, Gobert e T. Thompson

    Na armação não posso me queixar de ter CP3 Paul, jogador muito forte no ataque. Na reserva da posição selecionei dois jogadores que são muito combativos pelo Boston: Smart e Rozier.

    Este último oscila muito suas atuações, ainda assim me parece muito talentoso. Smart é o brigão de rua, que vai atrás de todas as bolas e joga para o time. As vezes faz algumas cestas.

    Jogadores versáteis completam o grupo principal e gosto muito deles: Harris, Gay e Brown. São caras que atuam bem no ataque e defesa, e que integram equipes bem competitivas, ainda que o San Antonio esteja em reconstrução.

    As últimas contratações não estavam na minha lista prévia, mas era o que dava para fazer após os melhores estarem indisponíveis. Escolhi J. Simmons porque faz cestas de 3 pontos e me parece um jogador interessante. Já A. Bradley me parece um pouco em decadência, ainda assim possui potencial para jogar boas partidas.

    Notadamente não escolhi nenhum calouro e fiquei entre os jogadores que conheço de outras temporadas. Espero que meu time não sofra com lesões ou fadiga por ser um time mais "velho".

    Com a temporada em andamento fiucarei de olho nas oportunidades para rejuvenescer a equipe caso goste de alguns jogadores novatos.

     

     


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  • Você não precisa, e não deve, apostar todos os dias

    Fernando Pereira Fernando Pereira
    Publicado em 07/10/2018 às 11:13


    Domingo, dia de eleições no Brasil, ambiente não muito propício para apostar, com ânimos exaltados e olho na TV, e isso coloca uma reflexão e uma constatação.

    Não se aposta todos os dias!

    Quando entramos no mundo das apostas, é normal entrarmos em todo e qualquer campeonato, baseado em não sei qual lógica e guiados apenas pela adrenalina, mas com o tempo, e com o caminho que você buscar, isso se tornar um problema.
    Você não deve apostar por apostar, todos os dias, mesmo que leve isso apenas como um hobby, pois além de uma dependência, você pode ter uma perda emocional maior até do que a financeira, além de perder bons momentos com sua família.

    Meu conselho é tirar um dia por semana para esquecer de tudo, ir ao cinema, tomar um sorvete, sair com os amigos, família e se assistir um jogo, apenas pela distração ou torcida.
    Vejo muitas pessoas que deixam seu tempo livre todo para apostas, em alguns casos isso reflete até em seu trabalho, tentando apostar em campeonatos que mal conhece os times, que não procura notícias ou estude â fundo.
    Já é bem complicado acharmos valor em uma aposta de times de nosso país, cidade, que temos contato diariamente, por sites, TV, jornais, imagina um clube de um país que mal vemos a seleção nacional jogar.

    Portanto aceite, tem dias que você não vai, não deve e não pode apostar, inclusive, separe os campeonatos que quer realmente trabalhar e faça um acompanhamento, leia sobre, busque mais informações, saiba o calendário e vá para cima deles.
    Não tem como ser lucrativo em tudo, isso é um fato, por mais que você ache super legal, o cara que manda as tips de 32 campeonatos, com ligas asiáticas, africanas e de países alternativos da Europa, tente acompanhar realmente até onde ele é realmente lucrativo.

    Lembre-se, acertar em números não quer dizer nada, se apostar em odds de 1,30, você tem que acertar 8 em cada 10 apostas, 80% de suas apostas, mas se trabalhar com odds acima de 1,80, isso cai para 60% de acerto.
    Uma odd ser baixa não significa ser segura, pois não existe aposta segura, e uma mente ligada demais e em busca de apostas irá procurar em odds baixas o "eldorado", mas ele não se encontra assim.

    Esvazie sua cabeça em muitos momentos, tire um ou dois dias para analisar, não se force a apostar, se quer apostar bastante, trabalhe durante a semana e deixe para apostar aos sábados, junte todo material que acha necessário, faça suas análises e acompanhamentos de resultado, controle seus impulsos.

    As apostas são escolas para um modo de vida e a paciência nela é a maior das virtudes!

     


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  • Apostador em campo!

    Rodrigo Disconzi Rodrigo Disconzi
    Publicado em 05/10/2018 às 17:19

     

    Nem todos podem is a um estádio na sua própria cidade assitir a jogos de times grandes, mas a empolgação de ir a um estádio de qualquer tamanho eu acho sensacional. 

    Atualmente viajo pouco e me arrependo de não ter ido visitar os estádios das inúmeras cidades onde fui quando viajava a trabalho.

    Ainda assim fui a muitos estádios pequenos e assisti muita partidas de várzea locais e regionais.

    Não sei vocês mas de dentro de um estádio eu consigo enxergar melhor a disposição tática dos times.

    Talvez assistir aos jogos pelo computador ou Tv ofereçam mais distrações que ver um jogo ao vivo.

    Pode ser que não ter a voz e um narrador ajude a gente a se concentrar melhor só no jogo ao vivo.

    Nessa foto sou eu no dia 03/10/2018 no jogo Atlético Paranaense x Caracas, válido pela Sulamericana.

    No primeiro tempo notei o time visitante posicionado defensivamente em uma faixa estreita do campo: defesa adiantada e marcadores da frente em linha baixa.

    No início do segundo tempo, perdendo de 1-0, o time mudou sua configuração para defesa em linha alta e com mais atacantes que não pareciam interessados em voltar para marcar.

    Imaginei que após perder de 0-2 em casa, a meta deles seria ao menos tentar fazer um gol, mesmo que isso custasse sofrer um ou dois gols. Consegui apostar pelo celular em OVER gols a tempo.

    Fim de jogo 2-1, com o CAP se esforçando só quando precisava. Aliás, após o 2-1 ficou visível a falta de interesse do CAP no jogo, vacilei e não fui no under, ainda que o Caracas tentava mais que o CAP,

     

    Mande uma foto sua com nome, times que estão jogando, cidade e estádio que publicaremos neste espaço!

    Envie para a página do Facebook, Instagram, grupo de Whatsapp ou email: contato@aposta10.com


  • Streams oficiais para PC

    Rodrigo Disconzi Rodrigo Disconzi
    Publicado em 29/09/2018 às 11:39

     

    Além do tradicional Premiere Futebol Clube da NET, que pode ser visto também nos PC's, vale a pena conferir o Watch ESPN no computador, utilizando a mesma senha do seu provedor de TV a cabo.

    Para assistir aos jogos da Premiere League é muito bom, como podemos escolher os jogos das transmissões simultâneas.

    As narrações são em inglês, exceto os jogos que também são transmitidos no canal a cabo brasileiro,  porém vale a pena se comparados com os streams de imagem pobre, pois a imagem da ESPN para PC é ótima.

     

     

    O Watch ESPN também disponibiliza documentários interessantíssimos. Eu assisti um que contava a história do ex-jogadore da NFL e criminoso O.J. Simpson ali e achei muito prático.


    Palavra-chave:

    ESPNPCstream




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