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ANJL, IBJR e Ministério do Esporte apostam em regulamentação contra manipulação

Josias Pereira Josias Pereira
ANJL, IBJR e Ministério do Esporte apostam em regulamentação contra manipulação
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Com os desdobramentos da Operação Penalidade Máxima, deflagrada pelo Ministério Público de Goiás, por meio das investigações sobre manipulação de jogos nos campeonatos de futebol nacionais e estaduais, foram lançados questionamentos sobre a integridade do esporte brasileiro.

Além disso, a falta de informação coloca as casas de apostas no centro da questão, e algumas pessoas passam a olhar com desconfiança para o setor, que, na realidade, é uma das maiores vítimas de manipulação de resultados.

Sendo assim, algumas entidades, que prezam pela integridade do setor de jogos e apostas no país, comentaram sobre as recentes denúncias no futebol brasileiro, que passarão a ser investigadas pela Polícia Federal, e o que pode ser feito para que crimes como esses não voltem a acontecer.

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), organização que tem como objetivo defender os interesses do setor e ser o interlocutor do segmento com o Governo e o Congresso, se manifestou sobre as investigações. Wesley Cardia, presidente da ANJL, apoiou as apurações e reiterou a necessidade da regulamentação, para garantir maior fiscalização e segurança aos jogos:

“A ANJL apoia toda e qualquer investigação das autoridades e das entidades federativas do esporte, porque as casas de apostas são as grandes vítimas de qualquer manipulação de resultado. Nós acreditamos que a regulamentação vai ajudar muito na prevenção de crimes como esse.”. - finalizou Cardia.

Já o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), que conta com membros de gigantes do segmento, como Bet365, Betsson Group, Betway Group, Entain, Entain, KTO Group, Netbet Group, Rei do Pitaco e Yolo Group, também afirmou que a regulamentação é a principal forma de combater a manipulação de jogos no país:

“(O IBJR) vê a regulamentação do setor de apostas esportivas no Brasil como essencial para a segurança dos apostadores, esportes e operadores, de forma que possam contribuir para o crescimento do país. Os membros do IBJR têm experiência com a operação em países já em que as casas de apostas colaboram ativamente para a manutenção da integridade do esporte.”

Enquanto isso, o Ministério do Esporte disse que participou dos debates sobre o texto da Medida Provisória que irá regulamentar as apostas esportivas online no país, e defendeu a criação de uma agência para garantir a integridade do esporte brasileiro:

“O Ministério do Esporte colaborou nas discussões sobre o projeto da MP, em conjunto com Ministério da Fazenda, dando enfoque na integridade do esporte, inclusive, sugerindo a criação de uma agência nacional de integridade, que preze pelos valores do esporte, pelo jogo limpo e (pela) imprevisibilidade nos resultados. O próximo passo será trabalhar em conjunto para a regulamentação da prevenção quanto à manipulação dos resultados. Essa é uma agenda prioritária e envolve, além do Governo, todo o sistema esportivo.”

Vale destacar que a Associação Brasileira de Defesa da Integridade do Esporte (Abradie) ainda não se pronunciou. A entidade deve se manifestar ainda nesta quinta-feira (11), quando acontece a 2ª Cúpula da Integridade Esportiva no Brasil, em Brasília, que tem a Abradie como uma das organizadoras.