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CPIBETS inicia com representantes de casas de apostas; relatora está sob escolta da PF

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CPIBETS inicia com representantes de casas de apostas; relatora está sob escolta da PF

Josias Pereira
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Atualização
Tempo de leitura2 min

Na manhã desta terça-feira (26), a Comissão Parlamentar de Inquérito das Bets (CPIBETS) do Senado vai realizar os primeiros depoimentos do colegiado. Serão ouvidos o CEO da Betnacional, João Studart, o ex-diretor da Entain, Marcus Da Silva, o CEO da empresa One Internet Group - OIG, Fernando Oliveira Lima, além de delegados que investigam esquemas de lavagem de dinheiro relacionados a apostas.

Além das oitivas, a comissão também vai votar 29 requerimentos, entre eles, os que solicitam a convocação do cantor Gusttavo Lima e o convite ao youtuber Felipe Neto. Lima é um dos nomes que aparecem na Operação Integration, que investiga suposta lavagem de dinheiro em jogos ilegais. Já Felipe Neto, durante 10 meses, foi garoto-propaganda da casa de apostas Blaze.

Inclusive, nesta terça-feira, Paulo Gustavo Gondim Borba Correia de Sousa, Delegado e Diretor Integrado Metropolitano da Polícia Civil de Pernambuco, que deflagrou a Operação Integration, também será ouvido.

De acordo com a Agência Senado, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), representantes das casas de apostas UpBet e Multibet, e da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj), assim como da empresa de pagamentos Pix2Pay, e o CEO da Pixbet, Ernildo Júnior Farias, podem ser convidados a depor.

A relatora da CPIBETS, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), teve sua segurança reforçada pela Polícia Federal, após a parlamentar revelar que sofreu ameaças. As informações são do portal Campo Grande News, que destacou que a escolta de 24 horas foi recomendada pela própria PF devido à complexidade e à gravidade dos fatos apurados, que envolvem o crime organizado e grandes somas de dinheiro.

“Essa CPI tem o crime organizado envolvido e muito dinheiro. Estamos investigando influencers, inclusive menores de idade. Então a própria Polícia Federal orientou a segurança reforçada. Até meu escritório em Mato Grosso do Sul está sob escolta da PF”, destacou Soraya, à publicação.

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