Sport burguer menu desktop
Sport burguer menu mobile
Aposta10 Logo
Search icon
Gift icon
Pesquisar...
Sport burguer menu desktop
Sport burguer menu mobile
Copa 2026
Gift icon
Banner CopaBanner Copa
Copa doMundo 2026
Copa 2026De 11 de junho a 19 de julho de 2026
homeBlogMercado de Apostas

Especialistas alertam: restrição pode empurrar apostadores para sites ilegais

Especialistas alertam: restrição pode empurrar apostadores para sites ilegais

Palpites destacados

Em Aberto
Palpite principal
Austrália Logo
X
Egito Logo
Austrália - Egito
odd atual
Check Bullet
Novibet Logo
Em Aberto
Palpite principal
Argentina Logo
X
Cabo Verde Logo
Argentina - Cabo Verde
odd atual
Check Bullet
Bet365 Logo
Em Aberto
Palpite principal
Colômbia Logo
X
Gana Logo
Colômbia - Gana
odd atual
Check Bullet
SportingBet Logo
1/3

Especialistas alertam: restrição pode empurrar apostadores para sites ilegais

Josias Pereira
check0 palpites
Atualização
Tempo de leitura2 min

A discussão sobre possíveis restrições em determinados tipos de apostas esportivas voltou ao centro do debate legislativo na última quarta-feira (27), durante audiência pública na Câmara dos Deputados. O foco da reunião foi o Projeto de Lei 2842/2023, que propõe a proibição de mercados como escanteios, cartões e faltas nas apostas de quota fixa. A medida vem gerando preocupações tanto entre autoridades quanto entre representantes do setor.


Durante a audiência promovida pela Subcomissão Permanente de Regulação de Apostas Esportivas, a representante do Ministério da Fazenda, Letícia Soeiro, alertou para a complexidade do tema. Embora tenha reconhecido que a limitação desses mercados possa ajudar a reduzir práticas fraudulentas, ela também pontuou que a medida pode afetar a atratividade do sistema regulado, criado pela Lei 14.790/23.

“Esse é um ponto que exige cautela. Nosso papel como reguladores é minimizar os riscos, exigindo das empresas mecanismos de prevenção contra manipulações e a contratação de monitoramento independente da integridade esportiva”, afirmou Letícia.

Do lado do setor privado, Gabriel Lima, representante da Liga Forte União, e Rafael Marcondes, da Associação Brasileira de Fantasy Sports (aBFS), foram unânimes ao destacar os possíveis impactos negativos da restrição. Ambos argumentaram que limitar mercados específicos pode estimular o uso de plataformas ilegais no exterior, além de comprometer acordos de patrocínio importantes para os clubes de futebol.

Rafael Marcondes também destacou que a maioria das manipulações não ocorre nos mercados secundários, mas no resultado das partidas.

“Mesmo que o Brasil imponha restrições, essas apostas continuarão acontecendo em sites internacionais”, alertou.

Tiago Barbosa, da empresa Genius Sports, trouxe dados preocupantes ao debate. Segundo ele, cerca de 80% das apostas feitas no Brasil ocorrem em plataformas clandestinas, enquanto apenas 30% se concentram no mercado legalizado. Os dados revelam um grande desafio para os reguladores.

O secretário nacional de Futebol, Giovanni Rocco Neto, reforçou a necessidade de ações coordenadas de inteligência, tecnologia e repressão para enfraquecer as casas de apostas ilegais, que operam à margem da regulamentação.

Além da integridade esportiva, outro tema sensível debatido foi o vício em jogos de aposta. O deputado Caio Vianna (PSD-RJ) cobrou uma postura mais proativa do Ministério da Saúde e defendeu campanhas publicitárias mais responsáveis por parte das operadoras. Em resposta, a pasta da Saúde reconheceu os desafios no atendimento a pessoas com dependência e afirmou que o tema será integrado às ações de saúde mental em desenvolvimento.

(Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)

Jogo responsávelJogue com responsabilidade.
Apostas não são meio de enriquecimento e podem levar à perda de dinheiro. O jogo pode causar dependência: saiba quando parar! Defina seus limites antes de começar.
Sobre o autor
Josias PereiraJosias Pereira
whatsapptelegram
Confira meu desempenho no último mês:
0
Palpites criados
0.00
Odds Médias