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ENV Media mapeia sentimento público no Brasil sobre a regulamentação das apostas; veja resultados

Josias Pereira Josias Pereira
ENV Media mapeia sentimento público no Brasil sobre a regulamentação das apostas; veja resultados
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A esperada chegada do mercado brasileiro regulamentado de apostas esportivas superou a resistência inicial de anos de legisladores conservadores e possui aprovação do público nacional. Um estudo recente da ENV Media apontou uma taxa de aprovação de 84% entre os apostadores que querem investir em um serviço legalizado. 

Mais do que um sentimento passageiro pós-liberalização do mercado, o levantamento demonstra um apoio sólido aos esforços do governo em prol da transparência da indústria e da segurança do consumidor.

Mais implicações do estudo

  1. A pesquisa ainda mostrou que 92% dos jogadores expressaram a necessidade de clareza regulatória. Há também consenso público (87%) sobre a importância de ter empresas de jogos online registradas, licenciadas e tributadas no Brasil.
  2. O que realmente se destaca nas respostas dos jogadores é a perceção aguçada das implicações econômicas e sociais de ter um mercado bem regulamentado. A maioria reconhece o potencial da indústria iGaming para impulsionar as finanças do Brasil através de receitas fiscais e criação de empregos.
  3. A estimativa é de uma receita 4,5 milhões de dólares (cerca de R$ 22,2 milhões) em receitas fiscais anuais provenientes do jogo regulamentado, sem ter em conta ainda o apoio à atividade empresarial e ao crescimento do emprego.
  4. Um total de 76% dos entrevistados acredita na capacidade da indústria de apoiar o bem-estar nacional, enquanto mais de metade dos ouvidos na pesquisa aprovaria uma tributação relativa às casas de apostas ainda mais elevadas. Um quarto (24%), no entanto, está ciente de que uma tributação excessivamente elevada desencorajaria os investidores, sugerindo o delicado equilíbrio entre proteger o interesse público e evitar sufocar a inovação.

Para além dos aspectos monetários 

O estudo também lança luz sobre a questão crítica da proteção do consumidor, que se destina acima de tudo à mitigação dos riscos do jogo e também da manipulação de resultados. Uma grande parte do grupo de jogadores admite não ser capaz de reconhecer sites de jogos seguros ou não saber como proteger as suas informações pessoais (39% em ambos os casos).

Mas o que realmente fornece camadas ricas ao debate são as dinâmicas socioculturais em jogo. As respostas dos jogadores mapeiam a atual consciência pública sobre as regulamentações do jogo e o sentimento em relação aos lobbies, grupos de pressão e entidades religiosas, muitas vezes mais poderosos do que legisladores ou agências de proteção ao consumidor.

(Foto: Gustavo Rezende/Pixabay)