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Legalização dos cassinos pode render R$ 20 bilhões ao Brasil, diz senador
O debate sobre a legalização dos jogos de azar volta à cena política com força. Desta vez, com o senador Irajá Silvestre Filho (PSD-TO), relator do Projeto de Lei 2234, reforçando a importância da proposta no Congresso Nacional. O texto, que tramita no Senado, trata da regulamentação de cassinos, bingos, jogo do bicho, corridas de cavalos e outras modalidades que hoje operam nas sombras, mas movimentam bilhões sem qualquer controle.
Com experiência na articulação de pautas econômicas e uma base sólida em comissões temáticas, Irajá voltou a defender a proposta nesta semana. E, segundo ele, o impacto será direto: mais de R$ 20 bilhões em tributos poderão ser arrecadados anualmente, com mais de 1,5 milhão de empregos gerados, entre diretos e indiretos.
“Há uma perspectiva de arrecadar pelo menos R$ 20 bilhões, que serão destinados a áreas essenciais, como saúde, educação e segurança pública. Além disso, vamos retirar essa atividade das mãos do crime organizado."
A fala do senador é um reflexo da realidade já conhecida por quem acompanha o setor de perto. Bingos, cassinos improvisados e bancas do jogo do bicho existem há décadas em várias cidades do país. A diferença é que, hoje, operam na ilegalidade, sem fiscalização, sem recolhimento de impostos e sem qualquer proteção ao cidadão.
“A grande verdade é que esses jogos, que fazem parte da cultura nacional, funcionam à margem da lei. O governo não arrecada impostos, não fiscaliza e, consequentemente, não consegue proteger o cidadão”, frisou.
Turistas, empregos e controle
A defesa de Irajá também se apoia no exemplo de outros países que regularizaram o setor. De acordo com ele, onde houve legalização responsável, o turismo reagiu de forma imediata — e com força.
“Os países que legalizaram os jogos com responsabilidade dobraram o fluxo de turistas em até cinco anos”, pontuou.
O argumento reforça uma narrativa antiga, mas que ganha novos contornos com os dados atualizados: o jogo como atividade econômica legítima, com potencial para se tornar mais uma engrenagem no motor do desenvolvimento regional e nacional.
A proposta ainda precisa passar pelo crivo do Plenário do Senado, mas já coleciona avanços importantes em comissões e grupos de trabalho. Para Irajá, a hora é agora.
“O governo precisa parar de fingir que o problema não existe. Esses jogos estão aí, operando todos os dias. A diferença é que, hoje, quem lucra são os ilegais”, encerrou o relator.
(Foto: PSD/Divulgação)