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Suposto sócio de advogada de Deolane Bezerra é preso durante CPI das Bets por falso testemunho

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Suposto sócio de advogada de Deolane Bezerra é preso durante CPI das Bets por falso testemunho

Josias Pereira
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Atualização
Tempo de leitura3 min

A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora da CPI das Bets, pediu a prisão em flagrante do empresário Daniel Pardim Tavares Lima durante depoimento à comissão em Brasília, em oitiva realizada nessa terça-feira (29). A acusação que gerou a detenção do depoente foi de falso testemunho. O pedido de Thronicke foi confirmado pelo senador Dr. Hiran (PP-RR), presidente do colegiado. 

Pardim teria mentido ao dizer que não conhecia a sócia de sua empresa, Adélia de Jesus Soares. Eles seriam donos da Peach Blossom River Technology, que participa de outra companhia, a Payflow, que atua no setor de pagamentos digitais prestando serviços à casa de apostas online, de acordo com Soraya Thronicke. A Payflow é investigada pela Policia Civil do Distrito Federal por indícios de lavagem de dinheiro e transferências ilegais. 

"Ele começou mentindo desde o início, dizendo que não conhecia os seus sócios. Ele mentiu mais de três ou quatro vezes, e nós demos a chance, repetimos perguntas. Ninguém constitui uma sociedade com quem você não conhece. Ele prestou o compromisso [como testemunha] de dizer a verdade naquilo que não o incriminasse. Mas ele também não pode omitir questões conhecidas... O que nós não podemos permitir é esse desrespeito dentro de uma CPI da maior casa Legislativa do país", declarou a senadora, responsável pelo requerimento de convocação de Pardim.

A Polícia Legislativa se encarregou do auto da prisão e Adélia de Jesus Soares deverá comparecer de forma forçada à CPI para prestar depoimento. Ela foi convocada para comparecer à CPI nessa terça-feira (29), mas não o fez. Um fato que chama atenção nessa história é que Adélia é simplesmente advogada da influenciadora Deolane Bezerra, outra que não atendeu à convocação do colegiado no último dia 10 de abril. 

Soraya não se intimida com acusação de "abuso de autoridade"

Após a reunião, o clima ficou quente em Brasília, já que os advogados de Pardim teriam se exaltado com o pedido de prisão. Soraya Thronicke, relatora da CPI das Bets, destacou à TV Senado que tudo foi feito dentro da legalidade e que não se intimidaria em responder um processo por "abuso de autoridade".

Soraya ainda desconfia que Daniel Pardim não teria condições de pagar por sua defesa, e que a mesma estava sendo feita por terceiro. Houve um momento do depoimento que ele chegou a dizer que os serviços estavam sendo prestados "pro bono", ou seja, sem retribuição. 

"Por mais que o código de ética da OAB não obrigue a dizer quem está pagando, o que nós entendemos é que existe alguém pagando, e depois ele mentiu [dizendo] que era “pro bono”, disse Soraya à Agência Senado. 

Gastronomia ou sócio de mais empresas de pagamento? 

Houve também outros momentos desconexos do depoimento quando, por exemplo, Daniel disse que trabalhava no setor gastronômico e estava prestes a abrir um delivery. As investigações, no entanto, apontam que o empresário é sócio de outras empresas de pagamento, inclusive fora do Brasil. 

"São empresas como [as que exploram o jogo] do Tigrinho que tiveram bilhões e bilhões de reais, movimentando e criando empresas de pagamento que são as principais responsáveis pelo envio de recursos para outros países", disparou o senador Izalci Lucas (PL-DF). 

(Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)


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