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​Executivo de marketing defende proibição da publicidade de casas de apostas

Josias Pereira Josias Pereira
​Executivo de marketing defende proibição da publicidade de casas de apostas

A regulamentação do mercado de jogos no Brasil vem causando vários acordos milionários entre casas de apostas e clubes de futebol no país. No entanto, de acordo com Amir Somoggi, sócio da consultoria de marketing esportivo Sports Value, os contratos de patrocínio vêm gerando preocupação. Segundo ele, há riscos a longo prazo e as empresas de apostas deveriam ser proibidas de realizar publicidade, mesmo com regulação. 

“As apostas deveriam ser tratadas como o cigarro. Pode vender, mas deveria ser proibido fazer publicidade. É um erro que vai custar caro à sociedade”, defendeu Somoggi, em entrevista à Folha de São Paulo.

Um dos pontos questionados pelo executivo é justamente s alto valor dos contratos. Recentemente, o Corinthians fechou um patrocínio com a VaiDeBet, por R$ 370 milhões por três anos, se tornando a maior parceria comercial da história do futebol brasileiro. Já o Flamengo anunciou um acordo de R$ 170 milhões por dois anos com a Pixbet. Nesta semana, o Esportes da Sorte teria sinalizado à presidente Leila Pereira o desejo de se tornar o patrocinador máster da equipe masculina do Palmeiras, em um acordo de R$ 492 milhões por quatro anos de contrato.

De acordo com a Folha, os altos valores pagos pelas casas de apostas aos clubes brasileiros se assemelham às quantias pagas à grandes times europeus, como Inter de Milão e Napoli. No mundo, os maiores acordos de patrocínios são do Real Madrid e do PSG, que recebem aproximadamente R$ 378 milhões por ano. No entanto, vale lembrar que vários países na Europa proíbem empresas de apostas de exibirem suas marcas nos espaços principais das camisas dos clubes.

“O aumento dessas verbas pagas aos times brasileiros pelas casas de apostas está posicionando esses contratos entre os maiores do mundo, mesmo os clubes entregando muito pouco, além de visibilidade de marca. No curto prazo, esse interesse parece bom. Mas [com as bets] os times afugentaram bancos, seguradoras, operadoras de telefonia, os maiores anunciantes do esporte no Brasil. Nenhum deles está nos 40 principais times. Nos estrangeiros, é o oposto”, finaliza Amir Somoggi.

(Foto: Pixabay/Pexels)

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