De Olho na NBA: Edição #04


01/03/2018

De Olho na NBA: Temporada 2017/18 – Edição #4

Passada uma semana do retorno da NBA após a pausa do All-Star Game, é hora de conferimos o recorde de nosso especialista aqui no Aposta10: Gustavo Zambrano, e também ficarmos por dentro de quais foram os destaques, surpresas e decepções do basquete americano durante a primeira metade da temporada. 

No que tange ao recorde é importante avisar que como ele foi iniciado seguindo o padrão antigo do Aposta10 e antes da mudança de layout, então eu tenho considerado todas as apostas como apostas de 1und, mesmo que a confiança colocada seja maior do que isso. No novo padrão de unidades e confiança, eu tenho indicado a maioria das apostas como apostas de stake 3 e algumas como apostas de stake 10, considerem que as de stake 3 correspondem as apostas de uma unidade no padrão antigo e as de 10 as apostas de 3 unidades, ainda assim, apesar da indicar dessa forma, para a construção do recorde todas as apostas são consideradas como de apenas uma unidade. Nas próximas temporadas o recorde deve se adequar ao novo padrão do site. 

Recorde do Aposta10:

Gustavo Zambrano

Recorde: 47-39 (54%), +4,68und
ODD Média: 1.90
ROI%: +5,1%
HCs: 42-34 (55%), +5,07und
Totais: 5-5 (50%), -1,39und

Equipes 

Destaque

Houston Rockets (48-13 W/L)

Com 75% da temporada completada, os Rockets mantem a melhor campanha da liga, virtualmente empatado com os Golden State Warriors na liderança da Conferência Oeste. James Harden tem tido uma temporada digna de MVP e Chris Paul se provou um grande ajuste para o esquema do técnico Mike D'Antoni. Além das duas estrelas, os Rockets ainda contam com um vasto elenco de apoio que inclui jogadores produtivos como: Trevor Ariza, Ryan Anderson e PJ Tucker, além de Chris Capela, um dos atletas que mais evoluíram na liga em relação a última temporada. 

Surpresa 

New Orleans Pelicans (35-26 W/L)

Os Pelicans perderam DeMacus Cousins para o restante da temporada e de certa forma se tornaram uma equipe melhor depois disso. O time tem mostrado que pode se manter competitivo sem o center e já soma sete vitórias consecutivas, que fizeram a equipe pular da 8° para a 5° colocação na Conferência Oeste. Rajon Rondo subiu de produção nos últimos jogos e E'Twaun Moore tem feito uma boa temporada, dando um improvável eficiente elenco de apoia para Anthony Davis. 

Decepção

Chicago Bulls (20-41 W/L)

Os Bulls não possuem grandes aspirações nessa temporada e o importante para a equipe é desenvolver os jovens talentos, mas exceto por um bom momento no mês de dezembro, que ocorreu simultaneamente ao retorno de Nikola Mirotic, agora jogador dos Pelicans, o time tem sido bem pouco competitivo. A equipe tem sido uma das piores opções de aposta recente, tendo coberto o handicap em apenas um de seus últimos cinco jogos e tendo sido derrotada nesse período por uma margem média de 15pts. À frente de três equipes na classificação da Conferência Leste, os Bulls possuem o pior diferencial de pontos da Conferência, -6,1, o que indica que o recorde deveria ser bem pior do que o atual. 

Fique de Olho:

Memphis Grizzlies (18-42 W/L)

Os Grizzlies não são uma boa equipe e essa já é uma temporada arruinada para eles, no entanto, com 11 derrotas consecutivas e tendo coberto o handicap em apenas quatro delas, a equipe passou a ser visada como uma opção de aposta contrária por muitos apostadores, o que deve fazer com que os oddmakers elevem um pouco os handicaps nesse time a partir desse momento. Mesmo a pior equipe da liga, o que não é o caso de Memphis, ainda se encontrará em boas condições de cobrir os spreads em alguns jogos e com uma parte dos apostadores propagando que os times que não possuem mais chances de classificação perdem jogos de propósito, a tendência é que boas oportunidades surjam para os que forem corajosos em apostar nessas equipes. O apostador deve no entanto, ficar atento aos desfalques, já que sem Tyreke Evans, os Grizzlies são consideravelmente mais fracos e com a equipe provavelmente promovendo um descanso para Marc Gasol nessa reta final de temporada. 

Deixe de Lado:

Cleveland Cavaliers (36-24 W/L)

Os Cavaliers foram tidos como uma equipe que teve grande melhora após o período de trocas e isso passou uma noção para os apostadores de que eles seriam mais competitivos agora, o que não tem sido verdade. O time cobriu o handicap em apenas uma de suas últimas quatro partidas, o que está de acordo com a taxa de 32,2% de handicaps cobertos pela equipe nessa temporada, sendo esse um dos piores recordes ATS da história. A saída de Isaiah Thomas foi encarada como uma possível contribuição para a melhora da defesa, grande problema do time nessa temporada, mas as reposições para Thomas são de jogadores tão deficientes quanto ele na defesa e o time já possuía uma defesa fraca muito antes da estreia do jogador, que passou boa parte da temporada se recuperando de uma lesão. Outro fator que tem sido negligenciado pelos apostadores é a ausência de Kevin Love, que ao lado de LeBron vinha sendo um dos poucos contribuintes positivos para o time. Com um ataque forte em uma Conferência fraca, os Cavaliers não terão problemas para chegar aos playoffs, mas eles já não são uma grande equipe e a noção do público sobre a força do time de Cleveland tem criado handicaps inflados, os quais eles raramente foram capazes de cobrir. 

Jogadores

Destaque

Tyreke Evans (SG, Memphis Grizzlies)

Evans tinha expectativa de ser trocado para uma equipe competitiva no final do período de trocas mas acabou permanecendo nos Grizzlies. Machucado no momento, o jogador não atuou nos últimos três jogos da equipe, mas merece menção como um dos destaques dessa temporada. Evans viveu altos e baixos na carreira, tendo suas melhores temporadas em 2014 e em 2009, seu ano de estreia na liga. Bom arremessador, o jogador tem tentado mais arremessos de três pontos e sua média de 19,4pts por jogo é inferior apenas a de seu ano de calouro, quando Evans teve média de 20,1pts pelos Kings. O jogador também tem cuidado melhor da bola, cometendo turnovers em apenas 11% das vezes em que tem a posse, marca que é 3,1% inferior a sua média na carreira. 

Surpresa

Jakob Poeltl (C, Toronto Raptors) 

Os Raptors assumiram a liderança do Leste e venceram nove de seus últimos dez jogos e isso coincide com o aumento no tempo de quadra do center Jakob Poeltl, o atleta tem sido um dos mais utilizados no eficiente banco de reservas do time de Toronto e tem mostrado grande evolução em seu segundo ano na liga. Poeltl é limitado no ataque, mas contribui com rebotes ofensivos e não força arremessos. Na defesa, o jogador tem brilhado, sendo peça importante da defesa dos Raptors que está empatada na 5° colocação entre as que menos sofrem pontos por partida. O jogado tem mostrado bons instintos para distribuir tocos e possui um plus minutes ajustado por cem posses de bola de +12,1. Ainda jovem, Poeltl mostra que pode ser um membro importante da equipe no futuro. 

Decepção

Dragan Bender (PF, Phoenix Suns)

Um dos motivos pelo qual os Suns são uma equipe terrível nessa temporada é que suas escolhas de draft nos últimos dois anos pouco produziram para a equipe até o momento. Bender tem sido titular ultimamente e sua pontuação subiu, mas o jogador ainda comete muitos erros, desperdiçando a posse de bola em 17,6% das vezes em que é utilizado, taxa maior do que a porcentagem de vezes em que define bolas no ataque. Além disso, o jogador é um defensor e os Suns nessa temporada tiveram números melhores quando ele não está em quadra. 4° escolha do draft de 2016, Bender é até agora um grande fracasso. 

Overrated

Jamal Crawford (SG, Minnesota Timberwolves) 

Quando assinou com os Timberwolves na última offseason, Crowford foi visto como uma opção forte saindo do banco. A verdade é que aos 37 anos, o atleta mais atrapalha do que ajuda a equipe. Crowford tem média de 10pts por jogo, mas arremessa cerca 9,0 bolas por partida e é uma grande responsabilidade defensiva, sendo nesse momento, um dos piores defensores de perímetro na liga. Com ele em quadra, os Wolves permitem em média 115pts a cada cem posses de bola, 4,1pts a mais do que a média geral da equipe. 

Underrated

J.J. Barea (PG, Dallas Mavericks) 

Os Mavericks são uma equipe fraca e Barea é um veterano, reserva de um calouro e que não teve uma carreira de destaque, tudo isso faz com que sua excelente temporada passe despercebida. O jogador nunca foi tão eficiente quanto nessa temporada, possuindo médias de: 11,6pts, 6,3 assistências e 3 rebotes em apenas 23,5 minutos de ação por partida. Barea tem se destacado com uma boa visão de jogo e teria sido uma opção interessante para reforçar o banco de alguma concorrente aos playoffs no último período de trocas, ao invés disso, o jogador permanece ganhando minutos em uma equipe em reconstrução e que já não possui chances de avançar até os playoffs. 

Novatos

Destaque

OG Anunoby (SF, Toronto Raptors)

Escolha dos Raptors no final da primeira rodada no último draft, OG Anunoby tem contribuído para a boa temporada da equipe, mostrando qualidade em ambos os lados da quadra. No ataque, o jogador tem um arremesso limitado, mas trabalha bem próximo ao garrafão e desperdiça poucas bolas, já na defesa, sua alta estatura tem permitido que ele realize uma boa marcação sobre SFs ou PFs adversários e os Raptors se saem melhores defensivamente com ele em quadra. 

Decepção

Alex Caruso (SG, Los Angeles Lakers) 

Jogador não draftado e com uma temporada de experiência no time de desenvolvimento do Thunder, Caruso não se enquadra bem como uma decepção, mas sua terrível capacidade ofensiva merece destaque. Seu tiro de média e longa distância é quase inexistente, o tornando um jogador de poucos recursos e para piorar, o atleta é propicio a erros, cometendo turnovers em 24,3% de suas posses de bola e distribuindo passes ruins de forma frequente.    
 




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