Seleção Brasileira cresce coletivamente sem Neymar e Tite ganha boas opções para Copa América


11/06/2019


                                                                                                                                         por Fernando Pereira

Se tecnicamente Neymar é o principal nome do Brasil, fato que a presença do craque não encaixava no jogo brasileiro desde da Copa de 2018.

Após a contusão no quinto metatarso, o camisa 10 da seleção viu seu poder de decisão na seleção diminuir e um excesso de individualidade não se encaixava no jogo brasileiro, que acabava ofuscado pela presença do craque do PSG.

Na preparação da Copa América, Neymar trouxe um pacote ainda maior de pressão, com os problemas extracampo, novas contusões e uma mídia excessiva em um período que o treinador queria tranquilidade para treinar.

Os adversários nos amistosos não tinham grande gabarito, mas as vitórias contra Catar, por 2x0, e Honduras, por 7x0, mostraram um ataque que pode funcionar.
David Neres não tem o mesmo repertório técnico de Neymar, mas é muito veloz, fez uma grande temporada no Ajax e se encaixa com a dupla que atuar na frente, com os mais cotados sendo Roberto Firmino e Richarlison.
 

Sem Neymar, Coutinho teve mais liberdade, assim como em bons momentos na Copa de 2018, correspondeu, armando o time e sendo mais um para chegar na frente. Apesar da péssima temporada, o jogador é uma peça fundamental e de extremo talento.

Ainda que deva começar no banco, Gabriel Jesus vem recuperando a confiança que ficou abalada na temporada passada pela seleção, após uma Copa do Mundo sem gols. Marcou nas últimas partidas pela seleção e parece ter resgatado o futebol que ajudou a arrancada da seleção na chegada de Tite.

Ainda que a convocação de Willian seja muito questionada, pela temporada apagada do jogador do Chelsea, ele pode ser útil, sobretudo como um substituto para Coutinho.

Artur virou dúvida para estreia contra a Bolívia, o que pode atrapalhar o sistema que Tite pensa, ainda que Allan venha de boa temporada e seja um excelente substituto.
A temporada apagada de muitos jogadores pode ser algo positivo para seleção, que em épocas anteriores via seus jogadores chegarem no auge e com excesso de jogos, caindo de produção durante as competições. Nessa temporada a maioria dos destaques não vem de últimos meses intensos, não jogaram tanto e podem crescer nessa época.

A pressão sem Neymar é menor, o jogador catalisou todas notícias e Tite tem conseguido mais tranquilidade para trabalhar. O time que deve ir a campo contra a Bolívia:


Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís; Casemiro, Artur ( Allan) e Coutinho; David Neres, Roberto Firmino e Richarlison.

Uma equipe interessante e que pode modificar seu posicionamento durante o jogo sem mudar os nomes. Contra a frágil Bolívia, deve vencer com tranquilidade e aproveitar um grupo acessível para chegar forte ao mata-mata.

No fim, a saída de Neymar foi lamentada pelos companheiros, que parecem fechados com o camisa 10, mas um alívio para o crescimento da seleção, que não fica refém do jogador, pressionado por decidir, e ganha o benefício de ficar longe dos holofotes para crescer e finalmente voltar a mostrar um bom futebol coletivo.

 

 

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