NFL Previews: NFC North





02/09/2018

NFL Preview: NFC North

Chicago Bears 

Campanha em 2017/18 – 5-11 W/L (4° NFC North)

Com mudança de quarterback no meio da temporada, um ataque limitado e pouco inventivo, uma tabela complicada e uma comissão técnica limitada, os Bears ao menos apresentaram uma defesa forte e foram capazes de vencer cinco jogos na última temporada, ficando porém, com a última colocação na divisão. 

Quem Saiu: Markus Wheaton (WR, Eagles), Josh Sitton (G, Dolphins) e Pernell McPhee (LB, Redskins).

Quem Chegou: Chase Daniel (QB, Saints), Tyler Bray (QB, Chiefs), Allen Robinson (WR, Jaguars), Taylor Gabriel (WR, Falcons), Trey Burton (TE, Eagles), Aaron Lynch (DE, 49ers), Cody Parkey (K, Dolphins), Kasim Edebali (LB, Saints), Bennie Fowler (WR, Broncos) e Khalil Mack (DE, Raiders)

Draft: Roquan Smith (LB, Round 1), James Daniels (C, Round 2), Anthony Miller (WR, Round 2), Joel Iyiegbuniwe (LB, Round 4), Billy Nichols (DT, Round 5), Kylie Fits (LB, Round 6) e Javon Wims (WR, Round 7).

No primeiro momento, os Bears se concentraram em fortalecer o ataque na offseason, com o grupo de recebedores sendo o principal foco do time, onde a equipe se reforçou com: Allen Robinson, Taylor Gabriel, Trey Burton e com o novato Anthony Miller. No draft, Roquan Smith foi selecionado com a escolha de 1° rodada da equipe para fortalecer o grupo de linebacker e no último instante da offseason, o time acertou uma troca por Khalil Mack, um dos melhores defensores gerais da liga e que deve fortalecer muito o pass-rush do time. 

Análise 

Mike Glennon começou a última temporada como titular na posição de quarterback, mas logo deu lugar ao novato Mitchell Trubisky, que teve uma temporada discreta como calouro, conduzindo um ataque que teve média de apenas 16,5pts por jogo e que tinha poucos alvos de qualidade além de um playbook bastante limitado. O grupo de recebedores foi o principal foco do time na offseason e acabou sendo fortalecido com: Allen Robinson (Jaguars), Taylor Gabriel (Falcons) e Trey Burton (Eagles), além de a equipe ter utilizado uma escolha de 2° rodada em Anthony Miller, wide receiver que se destacou na pré-temporada do time. Os Bears agora possuem um novo head coach, Matt Nagy que foi o responsável pelo ataque dos Chiefs no ano passado, um dos mais potentes da liga e que teve o veterano Alex Smith fazendo sua melhor temporada na posição de quarterback. A unidade também terá um novo coordenador ofensivo, Mark Helfrich, ex head coach de Oregon State. A linha ofensiva não foi tão bem no último ano e além da escolha do center/guard James Daniels na 2° rodada do último draft, os Bears não fizeram muito para atualizar o grupo. Mesmo nos piores momentos da última temporada, o jogo terrestre ainda era produtivo e a dupla: Jordan Howard e Tarik Cohen é bastante talentosa, com Cohen também sendo uma ameaça no jogo aéreo, podendo inclusive alinhar como wide receiver no slot. 

O único membro da comissão técnica mantido foi o coordenador defensivo Vic Fangio, isso porque os Bears apresentaram uma defesa bastante forte na última temporada, que foi efetiva mesmo com o ataque sobrecarregando a unidade. Apesar de não conseguirem pressionar os quarterbacks adversários de forma consistente, os Bears ainda tiveram 42 sacks no último ano, muito em conta do ótimo trabalho de Akiem Hicks, que liderou a equipe com 8,5 sacks. O pass-rush recebeu um enorme atualização, com o time acertando uma troca pelo defensive end Khalil Mack, que é um dos mais talentosos defensores da NFL e que vem de uma temporada de 10,5 sacks. A secundária é sólida, com destaque para Kyle Fuller, que desviou 22 passes na última temporada e a jovem dupla de safetys formada por: Adrian Amos e Eddie Jackson é esperada para continuar evoluindo. A defesa contra o jogo terrestre foi boa na última temporada e os Bears fortaleceram o interior do grupo de linebackers com Roquan Smith, considerado uma escolha sólida no draft. A defesa conseguiu ser efetiva mesmo sendo uma das mais faltosas da última temporada e a tendência é de que a equipe seja mais disciplinada esse ano. 

Com exceção dos três kickers utilizados pelo time na última temporada, o special team não foi tão mal, mas ainda assim os Bears terão outro coordenador na unidade esse ano. A equipe tinha um pouco de dificuldade para conter retornos mas: Benny Cunningham e Tarik Cohen foram bons retornando chutes e ambos devem se manter na função. Pat O'Donnell tem evoluído como punter e mostrou mais precisão na última temporada e Cody Parkey será o novo kicker da equipe, Parkey acertou 21 de 23 tentativas de field goal para os Dolphins no último ano. 

Total de Vitórias Estipulado: 6,5

Mesmo antes da chegada de Mack, eu já tinha grandes expectativas para esse time nessa temporada, com a equipe tendo dado vários indícios no último ano de que está em evolução e tendo sofrido por conta de um ataque pouco criativo e uma tabela bastante complicada. A defesa ode se tornar de elite com a adição de Mack e o ataque deve fazer um trabalho bem melhor com Trubisky em seu 2° ano, trabalhando com um grupo de recebedores mais talentosos do que os que ele tinha a disposição em seu ano de calouro e com um had coach que comandou um grande ataque de Kansas City na última temporada. Acredito que os Bears irão superar este total de vitórias e acho que eles podem ir bem além disso. 

Aposta: Over 6,5 @1.71 na Bet365

Detroit Lions

Campanha em 2017/18 – 9-7 W/L (2° na NFC North)

Os Lions venceram nove jogos na última temporada mas não foram aos playoffs. A defesa ainda foi um problema para a equipe e no ataque, Matthew Stafford acabou sofrendo com uma linha ofensiva bastante inconsistente. Com a temporada sendo considerada decepcionante, os Lions acabaram demitindo o head coach Jim Caldwell. 

Quem Saiu: Eric Ebron (TE, Colts), Darren Fells (TE, Browns), Travis Swanson (C, Jets), Dwight Freeney (DE), Haloti Ngata (DT, Eagles), Jordan Hill (DT), Tahir Whitehead (LB, Raiders), Paul Worrilow (LB, Eagles), D.J. Hayden (CB, Jaguars) e Don Carey (S).

Quem Chegou: Matt Cassel (QB, Titans), LeGarrette Blount (RB, Eagles), Luke Willson (TE, Seahawks), Kenny Wiggins (G, Chargers), Ricky Jean-Francois (DT, Patriots), Sylvester Williams (DT, Titans), Devon Kennard (LB, Giants), Jonathan Freeny (LB, Saints), Christian Jones (LB, Bears), Deshawn Shead (CB, Seahawks), Levine Toilolo (TE, Falcons), Sterling Moore (CB, Saints) e Wesley Johnson (C, Jets).  

Draft: Frank Ragnow (C, Round 1), Kerryon Johnson (RB, Round 2), Tracy Walker (S, Round 3), Da'Shawn Hand (DE, Round 4), Tyrell Crosby (OT, Round 5) e Nick Bawden (FB, Round 7).

Os Lions não tiveram perdas significativas na free agency e conseguiram reforçar o ataque com: LeGarrette Blount, Luke Willson e os novatos: Frank Ragnow e Kerryon Johnson. Na defesa, o time precisou se contentar com Devon Kennard e Sylvester Williams como principais reforços, além da aposta em Christian Jones, linebacker que liderou os Chicago Bears em tackles no último ano. 

Análise 

Os Lions terão um novo head coach nessa temporada, mas Matt Patricia deve cuidar mais da defesa, já que a equipe manteve o coordenador ofensivo. Um dos quarterbacks mais bem pagos da liga, Matthew Stafford vem de um grande ano, onde lançou para 29 touchdowns, com apenas 10 interceptações, postando rating de 99.3. Staffor construiu seus números mesmo sendo pouco protegido pela linha ofensiva, que cedeu 47 sacks e que teve diversos problemas de lesões ao longo do ano. Com Taylor Decker, Ricky Wagner e T.J. Lang saudáveis, é esperado que a OL dê um passo à frente esse ano. O grupo de recebedores segue forte, tendo em Golden Tate e Marvin Jones uma dupla bastante talentosa de wide receivers e Luke Wilson deve ser um updgrade em relação a Eric Ebron, que nunca chegou ao seu potencial. O jogo terrestre tem sido um problema crônico deste ataque ao longo dos anos, mas os Lions draftaram Kerryon Johnson na 2° rodada e trouxeram LeGarrette Blount, running back campeão do Super Bowl nos dois últimos anos. 

Paul Pasqualoni em conjunto com Matt Patricia será o coordenador defensivo da equipe. Devon Kennard chega para reforçar uma defesa que foi bastante inconsistente na última temporada, especialmente no front-seven onde os Lions tiveram dificuldade para conter o jogo terrestre. A defesa contra o passe também não era muito boa, mas os Lions foram o 3° em número de turnovers gerados na última temporada e Darius Slay é um cornerback dominante, tendo realizado 8 interceptações e desviado 26 passes na última temporada. Quandre Diggs agora atuará como safety mas a secundária no geral ainda tem pouco talento e profundidade.  A equipe também teve dificuldades no pass-rush no último ano, com Ezekiel Ansah e Anthony Zettel sendo os únicos jogadores que conseguiram exercer pressão de forma frequente sobre os quarterbacks. 

O special team foi um ponto forte dos Lions na última temporada e os principais membros da unidade foram mantidos. Jamal Agnew é uma grande ameaça nos retornos, tendo retornado dois punts para touchdown na última temporada e o kicker Matt Prater ainda é um dos com maior alcance em sua posição, com 7 field goal convertidos em 11 tentativas em chutes para mais de 50yds no último ano. O punter Sam Martin retornou de lesão na reta final da última temporada mas teve um ano fraco, Martin conseguiu 13 bolas colocadas na linha de 20yds ou menos do campo adversário, mas chutou 6 touchbacks. 

Total de Vitórias Estipulado: 7,5 

Com o jogo terrestre fortalecido e a linha ofensiva saudável, o ataque tem talento para ser um do mais letais esse ano, mas eu não acho que a defesa fará um grande avanço, especialmente porque os turnovers forçados devem regredir ao natural. Me parece também, que os Lions tiveram um pouco de sorte na construção do recorde na última temporada e em uma divisão bastante complicada, eu vejo eles ficando aquém desse número de 7,5 vitórias. 

Aposta: Under 7,5 @1.86 na Bet365

Green Bay Packers

Campanha em 2017/18 – 7-9 W/L (3° na NFC North)

Aaron Rodgers se lesionou na semana 07 da última temporada e os Packers despencaram na classificação após isso, vencendo apenas três jogos após a lesão do quarterback, com as vitórias vindo sobre os fracos: Chicago Bears, Tampa Bay Buccaneers e Cleveland Browns. A defesa foi péssima e a linha ofensiva também foi um grande problema para o time na última temporada. 
 
Quem Saiu: Jordy Nelson (WR, Raiders), Jeff Janis (WR), Richard Rodgers (TE, Eagles), Jahri Evans (G), Ahmad Brooks (LB), Joe Thomas (LB, Cowboys), Damarious Randall (S, Browns) e Morgan Burnett (S, Steelers).

Quem Chegou: Jimmy Graham (TE, Seahawks), Marcedes Lewis (TE, Jaguars), Muhammad Wilkerson (DE, Jets), Tramon Williams (CB, Cardinals) e Byron Bell (RT, Cowboys).

Draft: Jaire Alexander (DB, Round 1), Josh Jackson (CB, Round 2), Oren Burks (LB, Round 3), J'Mon Moore (WR, Round 4), Cole Madison (G, Round 5), JK Scott (P, Round 5), Marquez Valdes-Scantling (WR, Round 5), Equanimeous St. Brown (WR, Round 6), James Looney (DE, Round 7), Hunter Bradley (LS, Round 7) e Kendall Donnerson (LB, Round 7).

No draft, equipe preferiu fortalecer a defesa, utilizando suas três primeiras escolhas em posições defensivas. Já na free-agency, o foco foi dar um alvo confiável para Aaron Rodgers após a saída de Jordy Nelson, com isso, Jimmy Graham acabou chegando ao time. 

Análise 

Aaron Rodgers viu sua temporada chegar ao fim após ter quebrado a clavícula no ano passado e agora retorna para conduzir o ataque dos Packers. Sem Rodgers, a produção ofensiva da equipe foi um desastre na última temporada, já que Brett Hundley teve péssimas atuações. Rodgers gosta de trabalhar com tigh ends mas há um bom tempo não tinha muito talento disponível na posição, agora ele poderá utilizar Jimmy Graham e Marcedes Lewis, dois reforços do time na última offseason. Randall Cobb e Davante Adams formam uma dupla talentosa de wide receivers e a saída de Jordy Nelson não deve ter muito impacto sobre o jogo aéreo do time, já que Nelson vive um declínio na carreira. A linha ofensiva foi um problema na última temporada, com os Packers permitindo 51 sacks sobre Rodgers/Hundley, David Bakhtiari, Bryan Bulaga e Corey Linsley perderam boa parte da última temporada por conta de lesões, sendo os três os mais talentosos no grupo de OLs do time, os três ainda são novos e se saudáveis, podem tornar a linha ofensiva mais consistente nessa temporada. O jogo terrestre foi um problema até determinada parte no último ano, já que Ty Montgomery não conseguiu manter o mesmo nível apresentado em 2016, porém, o novato Aaron Jones acabou tendo grandes jogadas em tempo de jogo limitado, Jones foi listado como o 3° running back do time até o momento, atrás Jamaal Williams e Ty Montgomery. 

A defesa foi a 2° menos faltosa da última temporada, mas isso não salvou o setor de ter horríveis exibições. A equipe agora possui um novo coordenador defensivo, Mike Pettine, ex head coach dos Browns e que estava fora da liga desde 2015. O grande problema da defesa no ano passado foi a secundária, especificamente os cornerbacks e por isso os Packers buscaram reforçar a posição com: Jaire Alexander e Josh Jackson, escolhidos no 1° e no 2° round do último draft respectivamente. A equipe também trouxe o veterano Tramon Williams e o front-seven foi reforçado com Muhammad Wilkerson, que teve atuações decepcionantes pelos Jets no ano passado. A equipe porém, perdeu o safety Morgan Burnett na free-agency e Kentrell Brice não deve estar à altura do antigo titular. O Packers permitiram um rating médio de 102 par os quarterbacks adversários na última temporada. Clay Matthews e Nick Perry tiveram bons momentos na última temporada, mas o pass-rush é dependente dos dois e Matthews já vinha em declínio antes de se recuperar na última temporada. 

Trevor Davis fez um bom trabalho nos retornos no ano passado e deve novamente ser o jogador mais utilizado pelo time na função. O special teams também era bom contendo os retornos adversários, especialmente os de punt, onde o time permitiu média de apenas 5,7yds por retorno. O kicker Mason Crosby parece em declínio, tendo acertado apenas 78,9% de seus chutes na última temporada, mas retorna para mais um ano em Green Bay, enquanto que na posição de punter, Justin Vogel foi cortado e o time utilizará o novato JK Scott. 

Total de Vitórias Estipulado: 10,5

Aaron Rodgers é incrível e com ele saudável, os Packers podem ter uma boa temporada, no entanto, 10,5 vitórias me parece uma linha alta para um time que não possui uma defesa confiável. Apesar das várias mudanças, não me parece que a secundária será muito melhor o front-seven também não é forte o suficiente Não acho que os Packers irão ganhar a divisão e não acho que eles irão superar a marca de 10 vitórias. 

Aposta: Under 10,5 @1.66 na Bet365

Minnesota Vikings 

Campanha em 2017/18 – 13-3 W/L (1° na NFC North) 

Os Vikings foram um dos times mais fortes da última temporada, sendo uma das quatro equipes a terminar a temporada regular com 13 vitórias. Nos playoffs porém, a secundária ficou exposta e a equipe precisou de um milagre para eliminar os New Orleans Saints na semi-final de divisão, sendo posteriormente derrota pelos Philadelphia Eagles, que se sagrariam campeões do Super Bowl justamente em Minnesota. 

Quem Saiu: Case Keenum (QB, Broncos), Teddy Bridgewater (QB, Saints), Sam Bradford (QB, Cardinals), Jerick McKinnon (RB, 49ers), Michael Floyd (WR), Jarius Wright (WR, Panthers), Joe Berger (G), Shamar Stephen (DT, Seahawks) e Tramaine Brock (CB, Broncos),

Quem Chegou: Kirk Cousins (QB, Redskins), Trevor Siemian (QB, Broncos), Kendall Wright (WR, Bears), Tom Compton (OT, Bears), Sheldon Richardson (DT, Seahawks), George Iloka (S, Bengals), Tavarres King (WR, Giants) e David Parry (DT, Saints)

Draft: Mike Hughes (DB, Round 1), Brian O'Neill (OT, Round 2), Jalyn Holmes (DE, Round 2), Tyler Conklin (TE, Round 5), Daniel Carlson (K, Round 5), Colby Gossett (G, Round 6), Ade Aruna (DE, Round 6) e Devante Downs (LB, Round 7).

A grande contratação dos Vikings na offseason foi o quarterback Kirk Cousins, que ganhou um contrato inteiramente garantido. No draft, o time buscou abordar algumas posições que foram fracas no último, trazendo um cornerback no 1° round para atuar ao lado de Xavier Rhodes e escolhendo um ofensive tackle na 2° rodada. A defesa teve o interior reforçado com Sheldon Richardson a secundária terá a adição do veterano George Iloka. 

Análise 

Após a lesão de Sam Bradford, Case Keenun conduziu o ataque muito bem, levando o time aos playoffs, onde a equipe seria derrotada apenas pelos campões Philadelphia Eagles na final da NFC. O ataque terá duas grandes novidades nessa temporada, com a chegada do quarterback Kirk Cousins e do coordenador ofensivo John DeFilippo. Recuperado de lesão, o running back Dalvin Cook, que teve grandes atuações quando esteve em campo como um novato na última temporada, também fortalecerá o ataque dos Vikings. A linha ofensiva fez um trabalho decente no último ano, mas parte disso era devido a mobilidade do quarterback Case Keenun e Cousins pode ter alguns problemas atrás de uma linha que não é tão talentosa quando o número de sacks cedidos fez parecer no ano passado. O grupo de recebedores é bastante forte, com Adam Thielen tendo recebido para 1276 jardas durante a última temporada e Stefon Diggs sendo um wide receiver de elite quando saudável, além deles, Kyle Rudolph é um ótimo tigh-end e Kendall Wright chega para trabalhar no slot após ter tido um bom ano pelos Bears. 

Apesar de o ataque ter sido efetivo, foi a defesa a grande responsável pela excelente temporada dos Vikings em 2017. O time teve a melhor defesa da última temporada, com média de apenas 15,8 pontos sofridos por jogo. A equipe limitou os quarterbacks adversários a um rating médio de 73.0, deixando que eles completassem apenas 58,4% dos passes para uma média de 6.0yds por tentativa. O time também foi forte contendo o jogo terrestre, limitando os adversários a uma média de 3,7yds por tentativa de corrida. A equipe utilizou sua escolha de 1° rodada no último draft no cornerback Mike Hughes, que deve atuar ao lado do excelente Xavier Rhodes, com Harrison Smith sendo um dos safetys mais dominantes da liga e o veterano George Iloka se tornando opção na rotação de defensive backs do time. A linha defensiva é ótima e ganhou o reforço de Sheldon Richardson, que esteve bem pelos Seahawks no passado. Danielle Hunter e Everson Griffen pressionam os quarterbacks constantemente e Eric Kendricks e Anthony Barr são linebackers sólidos. 

Marcus Sherels reassinou com a equipe e deve continuar responsável pelos retornos, o jogador foi ótimo na função no ano passado. Já nos chutes, o time terá duas novidades, o novato Daniel Carlson assume a posição de kicker após o corte de Kai Forbath e Ryan Quigley, que teve um dos piores alcances em chutes no último ano, dará lugar a Matt Wile, que jogou parte da última temporada nos Cardinals. 

Total de Vitórias Estipulado: 10,5

Os Vikings venceram 13 jogos na última temporada, empatado com os Eagles no maior número de vitórias na NFC e baseado na forma como o time atuou, eles poderiam ter ganho anda mais. A linha ofensiva pode ser uma preocupação, mas Kirk Cousins é um quarterback melhor do que Bradford/Keenun e o grupo de recebedores é bastante talentoso, no que o ataque aéreo deve continuar produtivo e recebendo boa ajuda do jogo terrestre, com um recuperado Dalvin Cook. O front-seven reforçado com Sheldon Richardson pode ser ainda melhor do que na última temporada e a secundária ainda é forte. Acho que os Vikings terão outro bom ano e vejo eles vencendo mais do que 10 jogos. 

Aposta: Over 10,5 @2.20 na Bet365

Palpite para vencedor da divisão

Os Vikings são a escolha obvia e os Packers com Aaron Rodgers serão sempre grandes candidatos ao título de divisão, mas apesar de poder ser acusado de clubismo, eu vou ficar com os Chicago Bears como um grande underdog. Os Bears foram subestimados na última temporada e tiveram uma tabela bastante complicada, agora eles possuem potencial defensivo de elite com a chegada de Khalil Mack e um ataque reformulado que deve ser bastante efetivo. Vejo os Bears como um dos times mais fortes entrando nessa temporada e essa odd deles possui bastante valor. 

Aposta: Chicago Bears para ganhar a divisão @8.00 na Bet365
 


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